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Com mudanças na categoria de base, Botafogo acredita no coletivo

Técnico Eduardo Hungaro assumiu equipe menos de um mês antes da Copa São Paulo e aposta em boa participação

Renan Rodrigues, iG Rio de Janeiro |

A Copa São Paulo de Futebol Júnior será um bom teste para a diretoria do Botafogo avaliar as mudanças estruturais nas categorias de base do clube carioca. Praticamente abandonada até 2009, a categoria voltou a receber investimentos e o técnico Eduardo Hungaro espera poder conquistar o título inédito para o clube. O Botafogo esta no grupo U, com sede em Paulínia, e enfrentará o Rio Preto (SP), Nacional de Patos (PB) e Paulínia (SP).

Renan Rodrigues
Eduardo Hungaro assumiu o comando do time júnior do Botafogo menos de um mês antes da Copa São Paulo
“O grupo se preparou da melhor forma, o clube deu toda a estrutura para a gente ter condições de fazer uma grande Copa. É um trabalho totalmente diferente do que vinha sendo feito nas categorias de base do Botafogo. Os adversários podem não ter o nome do Botafogo, mas são equipes fortes e vão dar trabalho. Temos que jogar no nosso nível máximo”, disse o treinador, que assumiu a equipe em dezembro, menos de um mês antes do torneio.

O antigo treinador do Juniores, Douglas Oliveira, tornou-se observador técnico, fazendo a ligação entre as categorias de base e o profissional e indicando jogadores para reforçar o clube. Apesar de assumir a equipe restando tão pouco tempo para a competição, Hungaro não vê problema para montar a equipe. “Conheço a maioria dos jogadores, pois trabalhei com eles nas categorias de baixo, então não terá problema. Além disso, converso com os outros treinadores, foi tudo bem trabalhado”, declarou.

Quem também acredita em uma boa participação do Botafogo na ‘Copinha’ é o gerente das categorias de base, Sidnei Loureiro. O dirigente assumiu a função em 2009 e encontrou um cenário caótico. O clube não ganhava um título nas divisões inferiores desde 2000 e a estrutura para os treinamentos era precária. Loureiro destaca que a reforma nos locais de treinamento das categorias de base, o estádio Caio Martins, em Niterói, e o CT de Marechal Hermes, na zona norte do Rio, já devem render frutos.

“Não havia arquivo dos atletas, histórico, relatório individual, nada. Começamos o trabalhar praticamente do zero. Marechal Hermes estava largado, abandonado, sem pintura, grama alta, infraestrutura caindo aos pedaços. Criamos uma estrutura em Caio Martins para comportar os nossos jogadores com sala de musculação, alojamento. Agora também estamos construindo dois campos em Marechal Hermes e devemos realizar todo o trabalho lá, deixando Caio Martins para jogos com mando de campo”, disse Loureiro.

Em relação aos destaques individuais, o técnico é cauteloso e prefere elogiar o coletivo, mas acredita que alguns poderão receber uma oportunidade do técnico Joel Santana no time profissional. “Acredito que alguns vão dar dor de cabeça para o Joel. Se o coletivo estiver forte, eles vão acabar se destacando naturalmente”.

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