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Vice-presidente reconhece que clube não é tão conhecido lá fora e espera que parceria renda frutos

Zizao foi bastante simpático em sua recepção no Parque São Jorge
AE
Zizao foi bastante simpático em sua recepção no Parque São Jorge

O vice-presidente do Corinthians , Luís Paulo Rosenberg, não teve vergonha de admitir que o clube está atrás de rivais brasileiros no quesito fama internacional. Na apresentação do meia chinês Zizao nesta quinta-feira, o ex-diretor de marketing do clube e atual segundo homem no escalão corintiano, disse que a parceria com a China tem como objetivo expandir a marca do clube .

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"Não ganhamos a Libertadores, mas estamos empenhados nisso. Você nota que entre os grandes clubes brasileiros, é o menos famoso lá fora. São Paulo, Flamengo, Vasco, Inter e Palmeiras são mais conhecidos que a gente", disse Rosenberg. A Libertadores e a disputa de um Mundial de Clubes fora do Brasil ajudariam a expandir a marca, mas antes disso, está a China e a força da torcida corintiana.

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"Como a gente tem essa mágica da torcida, temos um fator de diferenciação. E isso pode trazer uma outra dimensão ao Corinthians. Onde tem um povo onde podemos encontrar um bando de loucos? Não vou encontrar na Inglaterra, onde o cara é hooligan ou toma o chá das 5. E não vai ser em uma socidade mais contida, como a japonesa. A China é nossa cara. Esse processo é uma forma do Corinthians demonstar essa identifcação e agora a gente trabalha para ter os recursos".

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O Corinthians pretende abrir uma filial no país asiático aos moldes do que recentemente abriu em Santa Fé, na Argentina. "Vamos estabelecer com a China uma parceria profunda e duradoura, sem a preocupação imediatista com resultados financeiros. O Corinthians quer ser parte da superação de um paradoxo inaceitável: como uma nação com a maior população do mundo pode ser tão incipiente, no esporte mais popular do mundo?", disse o presidente Mário Gobbi, em carta aberta a Zizao.

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"O próximo passo de sua grandeza de destino é a internacionalização. A nação chinesa e a corintiana são iguais. Um povo trabalhador, sofrido e se encontra em um momento de ascensão no mundo. Enquanto o Corinthians cresce no futebol, a China cresce no mercado mundial. É uma parceria perfeita", comentou Rosenberg.

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