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Presidente do Barcelona, Sandro Rosell veio no mesmo ônibus que levou o time do Brasil ao local da partida contra a Venezuela

Ao chegar no estádio Único de La Plata, onde o Brasil enfrentará a Venezuela, Mano Menezes aparecia na imagem da televisão argentina sorrindo. Ao seu lado, o presidente do Barcelona, Sandro Rosell falava. O dirigente catalão, patrão de Messi, foi ao estádio no ônibus da delegação brasileira.

Rosell é amigo de Ricardo Teixeira, presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), e já foi figura influente na seleção brasileira. Até 2003, ele foi o principal executivo da Nike na América do Sul. Foi enquanto ocupou o cargo, que a empresa fechou um contrato de patrocínio da seleção brasileira, vigente até hoje. O acordo chegou a ser questionado por denúncias de irregularidades em um CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) no Congresso Nacional.

O atual presidente do Barcelona acompanhou a seleção brasileira de perto durante os três anos em que viveu no Brasil, na última década. Esteve presente com a delegação no Mundial de 2002, vencido pela seleção. Em seu livro "Bienvenido al Mundo Real", Rosell afirma que o início das negociações para levar Ronaldinho para o gigante espanhol começou logo após a vitória brasileira contra a Alemanha, ainda no vestiário. Quase um ano depois, quando Rosell era o homem-forte do futebol do clube, o gaúcho desembarcou no Camp Nou, preterindo propostas de Manchester United e Juventus.

Em setembro de 2010, Mano Menezes usou por uma semana as dependências do Barcelona para treinamentos da seleção na Europa. Dois jogadores do atual time do Brasil atuam no Barça: Daniel Alves e Adriano.

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