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Com ameaça de CPI, Teixeira propõe comissão para acompanhar Copa

Cartola foi a Brasília nesta quarta-feira. Deputados estudam criação de CPI para investigar CBF

iG São Paulo |

Em visita ao presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia, o presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), Ricardo Teixeira, propôs a criação de uma comissão para acompanhar a preparação do Brasil para a Copa de 2014. O pedido acontece justamente enquanto o deputado Anthony Garotinho (PR-RJ) tenta recolher assinaturas para criar uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) que pretende investigar supostas irregularidades na entidade máxima do futebol no Brasil.

Divulgação
Presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia, e o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, em Brasília
Para consegui abrir a CPI, que pretende investigar Teixeira, é preciso a assinatura de 171 deputados. Até agora, Garotinho afirma ter apoio de mais de 110 parlamentares.

Enquanto isso, Ricardo Teixeira, que também preside o Comitê Organizador da Copa de 2014, faz lobby para evitar a CPI. O dirigente propôs uma comissão formada por deputados, que teria o apoio da CBF.

“A ideia é ter uma comissão pluripartidária, com a presença de representantes da situação e da oposição. Não se trata apenas de um trabalho político, mas uma maneira de inserir as pessoas eleitas pelo povo brasileiro no trabalho intenso que vem sendo feito pelo Comitê”, explica Teixeira.

Segundo a entidade, seria uma forma de “de dissociar a ideia de Copa do Mundo da FIFA com gastos desnecessários”. Comitê Organizador defende que se mostre com números que o Mundial é um investimento que traz retorno direto e indireto aos cofres públicos. Segundo Teixeira, estudo da Ernst&Young mostra que a Copa do Mundo deverá injetar R$ 112,79 bilhões na economia brasileira, gerando uma arrecadação tributária adicional de R$ 18,13 bilhões para municípios, estados e a União.

"Apenas este valor de impostos que serão arrecadados resulta em mais de metade do investimento que está sendo previsto pelo Governo Federal, que gira na casa de R$ 33 bilhões. Ou seja, a própria competição acaba se pagando e deixa um legado extraordinário ao país em diversas áreas. E ao futebol, deixa novos estádios, campos de treinamento e centros de treinamento”, afirma Teixeira.
 

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