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Com ajuda dos parceiros, Atlético-MG quer mais do que atacantes

Kalil garante que o clube está busca de reforços para outras posições, não só para o lugar de Tardelli

Victor Martins, iG Belo Horizonte* |

A busca do Atlético-MG por reforços não se concentra apenas para o ataque. O presidente Alexandre Kalil garante que o clube está em busca de outros jogadores. Sempre sem entrar em detalhes de nome, posição e até mesmo idade, o mandatário atleticano garante que pelo menos para os lugares de quem saiu, o Atlético-MG vai repor.

“Tem mais um bucadinho. Perdemos um meia, precisamos de um meia. São os que saíram que precisamos repor. Mas é difícil, é duro repor jogador. Repor para não jogar, não adianta. Assim vai lá em baixo (na base) e busca um de graça”.

Desde o começo da temporada, o Atlético-MG perdeu três jogadores que foram titulares em 2010. Os atacantes Obina e Diego Tardelli foram vendidos para fora do Brasil, enquanto o meia Diego Souza estava descontente na Cidade do Galo e seguiu para o Vasco.

Somente com a venda dos jogadores, o Atlético-MG arrecadou mais de R$ 16 milhões. Mas além dos recursos próprios, o clube conta com parceiros para se reforçar. Um bom exemplo foi a passagem do atacante Obina pelo clube. Contratado totalmente por uma empresa, modelo esse que não vai ser adotado novamente pelo Atlético-MG.

“O parceiro está conosco. Mas não no modelo do Obina, mas meio a meio. Dependendo do jogador, vamos ver o percentual”

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