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Com a mão na taça, Fluminense escolhe novo presidente

Peter Siemsen e Júlio Bueno explicaram ao iG suas propostas para gestão do clube e da dívida de R$ 340 milhões no próximo triênio. Votação vai das 8h às 20h desta terça

iG São Paulo |

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Das 8h às 20h desta terça-feiras (horários de Brasília), nas Laranjeiras, os sócios do Fluminense escolherão quem comandará o clube, favorito ao título brasileiro de 2010, no próximo triênio. Júlio Bueno ( leia entrevista ) conta com o apoio da atual diretoria, encabeçada por Roberto Horcades, enquanto Peter Siemsen ( leia entrevista )tem o respaldo da patrocinadora, Unimed.

O primeiro, contudo, não descarta a continuidade da parceria, mas quer mudanças no modelo, com maior autonomia de decisões para o clube. Siemsen, por outro lado, exalta a participação constante do presidente da Unimed, Celso Barros, e considera que o Fluminense atual só não participa mais por falta de capacidade da atual diretoria.

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Bueno defende maior autonomia do Fluminense em relação à patrocinadora Unimed

Bueno, da chapa Transforma Flu, só ocupou durante dois meses um cargo de vice-presidente de marketing na gestão de Álvaro Barcellos, entre 1997 e 98, fase negra na história do clube. Pediu para sair. . Formado engenheiro pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), em 1977, ingressou na Petrobras (onde está há 32 anos), ele foi certificado em gestão da qualidade pela American Society for Quality (EUA) e concluiu mestrado em Engenharia de Produção na University of Birminghan (Reino Unido). Bueno já dirigiu o Inmetro e atualmente está à frente da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços.

Siemsen, da chapa Novo Fluminense, por sua vez, já tentou o cargo de mandatário, em 2007, quando perdeu justamente para Horcades, o atual presidente. Advogado graduado pela PUC-RJ e pós-graduado em direito financeiro, o candidato já exerceu no clube a função de consultor, além de ocupar o cargo de vice-presidente jurídico em 1998, 2002 e 2003. Ele dirige o maior escritório de advocacia da América Latina, com mais de 900 funcionários e uma carteira de clientes que inclui diversas multinacionais.

O vencedor do pleito de hoje provavelmente receberá um clube campeão brasileiro, com vaga garantida na Libertadores, porém com uma das maiores dívidas do Brasil, girando em torno de R$ 340 milhões. Em entrevista ao iG, ambos dissertaram sobre este e outros temas vitais para a gestão tricolor no próximo triênio. Foram feitas as mesmas dez perguntas para ambos os candidatos, além de um teste sobre a história tricolor, publicado no dia 26.

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