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Colegas tentam ajudar Fabrício enquanto Casemiro perde lugar no time

Atletas do São Paulo elogiaram volante, que volta ao time após lesões, mas que deverá por Casemiro no banco

Gazeta |

AE
Fabrício corre em campo durante treino do São Paulo
O exemplo de raça que a diretoria do São Paulo contratou nesta temporada cativou o elenco mesmo entrando em campo raramente. Em busca de melhor forma física para jogar, Fabrício tem recebido apoio dos colegas, que até palpitam em maneiras de armar o time com o volante ex- Cruzeiro . Contudo, para que o jogador possa ter chances na equipe comandada por Leão, Fabrício tem de concorrer com um atleta que vivia boa fase até poucas semanas: Casemiro .

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O camisa 28 era reserva no início do ano - mesmo com Fabrício já vetado por contusão - mas evoluiu a ponto de se tornar incontestável, chamando atenção com lançamentos precisos e até empenho para recuperar a bola no campo de defesa, característica que lhe faltava em meio às críticas recebidas no segundo semestre do ano passado.

O meio-campista, porém, diminuiu de rendimento. O apelido de "Casemarra", usado de maneira bem-humorada até dentro do elenco por colegas , voltou a ser ouvido nas arquibancadas diante do Catanduvense, quando o garoto teve substituição aplaudida na Arena Barueri. Mau momento que apareceu exatamente quando Fabrício, que lhe 'tirou' a camisa 8, voltou a ficar à disposição.

Contra o Ituano , jogo seguinte ao da vitória sobre o Catanduvense , o ex-jogador do Cruzeiro foi titular pela segunda vez no clube. Saiu no intervalo dizendo ter "vergonha" por estar fora de ritmo - duas lesões o atrapalharam nestes quatro meses de passagem pelo clube do Morumbi -, mas o apoio dos colegas foi irrestrito. E Casemiro nem saiu do banco.

"Estou jogando como primeiro volante e conversei com o Fabrício para ficar mais solto, ir à frente, finalizar, se movimentar. Era o meu dever. Ele ficou um tempo parado, tinha acabado de voltar. Fiquei superfeliz com sua volta, por ter terminado um tempo inteiro. É normal ele sentir a falta de ritmo, mas com certeza vai nos ajudar bastante. No próximo jogo, estará mais habituado", falou Denilson.

Emerson Leão já disse que Fabrício, recuperado de contratura na panturrilha direita, precisa jogar e, por isso, deve ser escalado neste sábado, contra o Mogi Mirim, novamente entre os titulares. Para azar de Casemiro, embora o treinador se recuse a considerar o atleta pré-convocado para as Olimpíadas de Londres um reserva do São Paulo.

"Estou satisfeito com a equipe, todos que entram sempre procuram ajudar. E o Casemiro é um deles, fez boas partidas e outras não tão boas. Ele é mais ofensivo do que defensivo. Às vezes vou precisar dele, que toca mais a bola e arranca, e às vezes vou precisar de alguém mais técnico que alimente um ataque com três jogadores", explicou Leão.

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E Casemiro não aparenta mesmo sentir sua saída do time como um baque. O volante tem treinado exibindo um sorriso largo, exposto principalmente em exercícios de controle da bola. Como o jogador assegura não estar deslumbrado, a reação pode ser interpretada como a de alguém tranquilo em relação ao seu futebol e sua importância dentro do elenco.

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