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COF reprova previsão orçamentária do Palmeiras para 2012

Reunião nesta quinta-feira questionou os adiantamentos de receitas que clube fez para temporada

Danilo Lavieri, iG São Paulo |

A primeira reunião do COF (Conselho de Orientação e Fiscalização) do Palmeiras em 2012 manteve o tom das últimas de 2011. Por oito votos contra três abstenções, os conselheiros resolveram reprovar a previsão orçamentária do clube para esta temporada. O principal motivo, segundo os que votaram contra, foram os adiantamentos feitos.

O clube já tem em mãos verbas em cima de previsões de ganhos e isso vai contra a opinião da maioria. Agora, a votação da previsão orçamentária será feita com o Conselho Deliberativo, na presença de todos os conselheiros. Caso haja nova reprovação, será necessária uma mudança nas contas.

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Arnaldo Tirone, de licença em viagem para negociar jogadores, não estava presente. Edvaldo Frasson, Roberto Frizzo e Mario Gianini, vice-presidentes administrativos, de futebol e jurídico, respectivamente, não apareceram e também não deram justificativa para a ausência. O vice financeiro, Walter Munhoz, estava no local e foi muito criticado.

"O Walter é o único que sempre aparece. Sempre acontece isso. Muitas pessoas ficaram dando bordoadas nele durante a reunião inteiro e depois até pediram desculpa e elogiaram. Ele é o único que dá a cara para bater", disse Gilto Avallone, um dos cofistas.

Além dos membros do COF e do vice presidente, Mustafá Contursi, ex-gestor, e alguns suplentes, como Luiz Carlos Granieri, estavam lá. Esse último, aliás, classifica a medida meramente como política e diz que o Conselho não deverá reprovar as contas na próxima votação.

"Eles deveriam elogiar o setor financeiro, que tem feito o que pode, na medida do possível. Eu não tenho poder de voto, mas votaria pela aprovação. Você pode ver que a medida é meramente política porque os três conselheiros ligados a Affonso Della Mônica se abstiveram. Os outros oito que são ligados ao Mustafá, que está rompido com Tirone, votaram contra", disse Granieri.

Além da reprovação da previsão orçamentária, a reunião contou com a discussão em cima da dívida adquirida pela gestão de Luiz Gonzaga Belluzzo por causa de Valdivia. Segundo a maioria dos cofistas, o atual departamento financeiro errou ao renegociar a dívida com o banco Banif, que concedeu a carta de crédito. Eles queriam investigações e uma nova votação feita pelo Conselho alegando irregularidades no acordo.

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