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Cisão dos Eternos origina novo grupo político no Palmeiras

Democracia Verde quer dar ideia em marketing, estatuto e também apoio financeiro ao Palmeiras

Danilo Lavieri, iG São Paulo |

Tudo o que envolve política no Palmeiras envolve racha, inimizades, amigos virando inimigos e vice-versa. A lógica vale também para as tentativas de ajudar o clube. No próximo dia 27 de junho, o grupo chamado de Democracia Verde, originário de uma cisão dos Eternos Palestrinos, vai oficializar a sua união em um evento em São Paulo.

A divisão começou por causa da atuação neutra nas eleições de janeiro. Cerca de 50 membros dos Eternos não gostaram da posição e resolveram deixar o grupo, formando uma nova união, que terá participação política ativa.

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“Como na época os Eternos decidiram que não iriam tomar partido político e estão sempre de acordo com a diretoria vigente, a gente decidiu que queria tomar partido. Um grupo desses não poderia ser apolítico. A gente decidiu formar esse grupo novo”, disse Milton Vavassori, um dos fundadores do grupo.

Formado por sócios remidos do Palmeiras, o grupo pretende ir além da atuação dos Eternos. Segundo Milton, a ideia é atuar também dando planos para o marketing e até mesmo para uma eventual mudança de Estatuto. A ajuda financeira, neste caso, fica em segundo plano.

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“Queremos eleições diretas, fim dos vitalícios e outras coisas. Teremos grupos formados, não é simplesmente dar dinheiro. A gente tem comissão de estatuto para trabalhar em cima disso, verificar modificações que podem ser feitas, comissão que vai pensar no futebol da base, comissão de marketing. Serão várias comissões formadas por voluntários”, explicou Vavassori.

A ideia do grupo é de que, no futuro, torcedores e outros sócios também possam ajudar nas ideias e também nas comissões que ainda serão formadas. Assumindo que atuará politicamente, a Democracia Verde faz oposição ao atual governo, apoiando os ideais da chapa Academia, que queria Paulo Nobre como novo presidente do Palmeiras.

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