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Ciro nega deslumbramento e não se assusta com a noite do Rio

Atacante do Fluminense tem namorada, diz que é tranquilo e que sua intenção é ajudar sua família

Marcello Pires, iG Rio de Janeiro |

Ao contrário dos jovens de 22 anos que desembarcam no Rio de Janeiro deslumbrados com a oportunidade de jogar num clube grande, Ciro mostrou ter os pés no chão durante sua apresentação oficial como jogador do Fluminense. Questionado por mais de um repórter sobre os perigos da noite carioca, o atacante mostrou a mesma facilidade para marcar gols na hora de responder que nunca foi frequentador das noitadas e que seu principal objetivo sempre foi ajudar sua família.

“Aqui é bastante complicado. É uma cidade bem diferente que Recife. Eu sou um cara tranquilo, tenho namorada e ela deve vir para o Rio nas férias. Minha intenção sempre foi ajudar minha família financeiramente”, afirmou o atacante do Fluminense.

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Ciro não é tão diferente assim dos jovens de sua idade e também gosta de curtir a vida. No entanto, o atacante disse que não é de passar dos limites e que nunca foi de chegar atrasado aos treinos quando jogava no Sport.

“Pode perguntar a todo mundo lá em Recife se eu já cheguei atrasado ou faltei algum treino por causa de festas ou noitadas. Jogador tem que respeitar seus limites porque nosso instrumento de trabalho é o nosso corpo. Mas somos serem humanos e quando tem um programa legal eu gosto de curtir”, explicou.

Longe de casa pela primeira vez, Ciro chegou ao Rio de Janeiro acompanhado de dona Carla. Mãe coruja, ela não tem sido vista nos treinos, mas tem penado ao lado do filho para achar um apartamento confortável.

“Realmente não tem sido fácil achar um lugar para morar. Mas minha vontade é encontrar um lugar perto do clube”, disse o jogador.

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A ligação com a família ficou ainda mais próxima em dezembro do ano passado, quando Ciro perdeu seu pai. Aos 47 anos, o radialista Carlos Augusto lutava contra um câncer no fígado e não resistiu a uma hemorragia durante uma cirurgia. A importante perda fez o atacante querer seus familiares por perto.

“Infelizmente perdi meu pai no fim do ano passado, mas sei que ele está muito feliz por mim nesse momento. Quero manter minha família unida e vou trazer minha mãe e meus dois irmãos para morarem comigo no Rio de Janeiro.
 

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