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Chefe interino do futebol da Ásia defende 'revolução'

Declaração pode ser entendida como uma crítica velada ao catariano Mohamed bin Hammam, que foi afastado da direção da entidade

AE |

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O presidente interino da AFC (sigla em inglês para Confederação Asiática de Futebol) disse nesta quinta-feira que a gestão do esporte na Ásia precisa de uma "revolução", em uma declaração que pode ser entendida como uma crítica velada ao catariano Mohamed bin Hammam, que foi afastado da direção da entidade.

Zhang Jilong, que substitui Bin Hammam enquanto a Fifa investiga denúncias de suborno contra o catariano, disse para a emissora estatal chinesa CCTV que o ambiente do futebol asiático não é "saudável". "Por isso, precisamos, vamos dizer, de uma revolução, precisamos de reformas para tornar mais claro e mais justo o ambiente do futebol asiático".

Questionado sobre o que esperava alcançar como presidente, Zhang respondeu: "fazer o bem para o futebol asiático, fazer o bem para o futebol chinês, fazer o bem para todos". A função de líder da AFC exige um forte senso de responsabilidade, disse.

Bin Hammam foi suspenso no domingo, juntamente com o colega da Fifa Jack Warner, sob a acusação de suborno em troca de votos na eleição da Fifa. Assim, está sendo substituído pelo chinês, que também participou do Comitê Organizador da Olimpíada de Pequim.

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