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Chance de ficar "aumenta e diminui" diariamente, diz Jorginho

Questões pessoais têm influenciado na tomada da decisão do treinador que conduziu a Portuguesa ao título brasileiro da Série B

Gazeta |

A expectativa de Jorginho e da diretoria da Portuguesa é que esta semana começasse já com uma definição em relação à permanência do técnico no clube. O treinador campeão da Série B do Campeonato Brasileiro avisa que, como nos últimos tempos, a negociação está por detalhes, mas até problemas pessoais adiam o acerto.

O ex-meia tem sofrido com a doença da mãe e, por isso, não consegue definir seu futuro. "Estamos conversando. As chances aumentam um pouquinho outro dia, hoje diminuíram um pouquinho", relatou Jorginho durante sua participação no programa Mesa Redonda nesse domingo, na TV Gazeta.

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Técnico Jorginho conduziu o retorno da Portuguesa à Série A do Brasileirão

Os dirigentes ja deram declarações informando que existe o acerto salarial, mas ainda não foi sacramentada a sequência do ex-meia à frente da equipe em 2012. Jorginho chegou ao clube no início do ano alegando não ter contrato e sob a intenção da diretoria em transformá-lo em um "Alex Ferguson", técnico que comanda o Manchester United há 25 anos. O treinador, contudo, só está confirmado no Canindé nas três rodadas que restam na Série B.De qualquer forma, o relacionamento com a cúpula da Lusa é sempre exaltado pelo técnico. "Se os dirigentes não tivessem confiado, não teria dado certo. A diretoria e a comissão técnica têm que saber onde cada uma deve decidir e pôr a mão. Se os dirigentes desconfiarem, não adianta, o treinador sai", continuou.

Se renovar, o comandante alerta para a necessidade da contratação de reforços. "A Portuguesa já tem um time de Série A, tem condições de jogá-la tranquilamente. Mas só um time não adianta, porque aí começam a se machucar... E é necessário também ter uma estrutura para manter a equipe."

Jorginho, entretanto, garante que a empatia com o time é grande e, embora não tenha ouvido, tem convicção de que alguns atletas condicionaram suas permanências no Canindé à do treinador. O comandante ressalta a relação na qual liberava os jogadores até para saídas noturnas, contanto que garantissem resultados em campo - o que ocorreu.

"Os meninos deixaram de sair muitas vezes para baladinhas em beneficio da Portuguesa. Quem os paga? Quem os projeta? Então porque ser contra a Portuguesa se desgastando fora?", contou o treinador, que pediu à diretoria até que evitasse "passar a mão na cabeça" dos jogadores que erram.

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