"Deus sabe o que faz e não vou deixar isso barato. Ele vai ter que provar isso", disse o atacante do Vitória

Apesar do clima de satisfação pela importante vitória diante do Náutico , sábado, o atacante Neto Baiano não conseguia entender a revolta dos pernambucanos, que o acusaram de ter acertado uma cotovelada no zagueiro Ronaldo Alves. Na ocasião, o árbitro expulsou o jogador do Vitória , após as reclamações dos pernambucanos.

Nesta segunda-feira, Neto disse que está disposto a processar o presidente do Náutico, Berillo Júnior, que nas entrevistas após o jogo o chamou de marginal.

"Cheguei em casa e ouvindo as rádios fiquei um pouco triste por ter sido chamado de marginal, Mas Deus sabe o que faz e não vou deixar isso barato. Ele vai ter que provar isso. Nunca matei ninguém, estava dentro de campo fazendo meu trabalho e se fosse uma cotovelada nem assim seria. Vou provar que não sou marginal", prometeu.

Ele ainda lamentou a ausência no importante embate com o Boa, que pode ser decisivo nas pretensões de acesso dos rubro-negros.

"O árbitro falou comigo pela força que entrava nas jogadas e acabou me expulsando. Foi injusto porque não usei o braço para machucar o jogador. Fiquei um preocupado porque ele cabeceou a minha nuca bastante forte. Peço desculpa ao jogador do Náutico e foi uma questão de jogo. Fiquei triste por ter sido expulso porque acho que poderia ajudar o Vitória a ganhar do Boa", completou.

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