Publicidade
Publicidade - Super banner
Futebol
enhanced by Google
 

CBF faz campanha contra o racismo na 37º rodada do Brasileirão

Ricardo Teixeira alfinetou o presidente da Fifa, Joseph Blatter, devido às recentes declarações do suíço acerca do racismo

iG São Paulo |

Futura Press
Ricardo Teixeira criticou os recentes atos de racismo e cutucou Joseph Blatter
A CBF (Confederação Brasileira de Futebol) vai promover uma campanha contra o racismo na penúltima rodada do Campeonato Brasileiro. O protesto da entidade se dá devido às ofensas que vários jogadores têm recebido nos campos de futebol. O assunto polêmico tomou grande repercussão nas últimas semanas quando o presidente da Fifa, Joseph Blatter, disse que não existe racismo no futebol.

Leia mais: Blatter pede desculpas por declarações sobre o racismo

O presidente da CBF, Ricardo Teixeira fez questão de cutucar o mandatário da Fifa. "Racismo não se resolve com aperto de mão e nem quem sofre esquece no dia seguinte. Não é justificável pelo calor de uma partida, não pode ser interpretado como gesto de torcedor. É algo intolerável, que não condiz com o esporte", disse Teixeira. Vale lembrar que Blatter recomendou que esse tipo de ofensa pode ser solucionada com um simples aperto de mão.

Confira ainda: Beckham se espanta com comentários do presidente da Fifa

A rixa entre os dois dirigentes vêm se expandindo nos últimos tempos, pois Teixeira é um dos acusados do caso ISL, em documentário produzido pela "BBC". Segundo Blatter, os documentos serão abertos para o público em dezembro.

O técnico da seleção brasileira, Mano Menezes, também criticou o racismo no futebol. "O racismo não pode ser tratado e não admite meio termo. Tem de ser resolvido de maneira forte. É muito cômodo uma pessoa apertar a mão da outra depois do jogo para pedir desculpa por uma ofensa ao que ele tem de mais sagrado e significativo", afirmou o treinador.

O jogador do Santos e do Brasil, Neymar, que entrará em campo na penúltima rodada do Brasileirão 2011, também se posicionou contra esse tipo de ofensa."É uma coisa muito triste. Infelizmente ainda acontece no futebol e os jogadores deveriam se unir contra isso. Dentro e fora de campo todo mundo é igual", comentou o atleta, cobrando mais união entre os atletas.

Notícias Relacionadas


Mais destaques

Destaques da home iG