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Futebol
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CBF esquece aliados e viaja à Argentina sem chefe da delegação

Nenhum dirigente ocupará o cargo, normalmente dado a presidentes de clubes aliados de Ricardo Teixeira

Marcel Rizzo e Paulo Passos, enviado iG a Los Cardales |

Efetivamente ele tem pouca importância na rotina da seleção brasileira . Porém, a escolha do chamado chefe da delegação serve para uma coisa: indicar que cartolas estão alinhados ao presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), Ricardo Teixeira. Assim aconteceu na última Copa do Mundo, quando Andrés Sanchez foi escolhido para viajar à África do Sul.

Para esta Copa América , entretanto, nenhum dirigente foi convidado para chefiar a delegação da seleção brasileira na Argentina. A assessoria de imprensa da CBF informou ao iG que o cargo não será ocupado. A entidade trabalha com um administrador, que cuida dos trabalhos de logística.

Futura Press
Ricardo Teixeira será chefe da delegação brasileira na Argentina
O chefe da delegação costuma se ocupar de função políticas como representar a CBF em eventos e festas. Por se tratar de uma competição oficial, Ricardo Teixeira deverá desembarcar na Argentina até a próxima semana para exercer tais funções.

Nos últimos amistosos da seleção brasileira os presidentes Luiz Álvaro de Oliveira Ribeiro, do Santos, Arnaldo Tirone, do Palmeiras, Paulo Odone, do Grêmio, e Zezé Perella, do Cruzeiro, viajaram com a seleção ocupando o cargo de chefe da delegação. Os quatro seguem o mesmo perfil de Andrés Sanchez como aliados de Teixeira.

Foi durante o Mundial, por exemplo, que o corintiano costurou um acordo com a CBF para colocar o futuro estádio do Corinthians entre as sedes da Copa de 2014. Com a aliança, Sanchez conseguiu sacar o Morumbi, do rival São Paulo, e emplacar a arena de Itaquera.

 

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