Meia não está confirmado para o duelo decisivo contra o Peñarol na próxima quarta-feira, no Pacaembu

O técnico Muricy Ramalho demonstra cautela quando o assunto é a presença do meia Paulo Henrique Ganso no segundo e decisivo jogo da final da Libertadores entre Santos e Peñarol, na próxima quarta-feira, no estádio do Pacaembu. Muricy aproveitará a semana livre de treinos para observar a situação do jogador, que não atua desde o dia 8 de maio, quando rompeu parcialmente o músculo da coxa direita no clássico contra o Corinthians.

"Vamos com calma. Tenho que conversar com os médicos. Ele ainda estava com um probleminha. É complicado, pois o jogador só faz a corrida, ainda não pegou na bola em 40 dias. Mas vamos ver se conseguimos fazer um trabalho de observação”, afirmou Muricy Ramalho.

Caso Ganso tenha condições de enfrentar o Peñarol, o mais provável é que Muricy retire Pará da equipe titular. Com isso, Danilo passaria a jogar na lateral-direita, e o meio-campo seria formado com Adriano, Arouca, Elano e Ganso. Pará deve perder a posição, já que Adriano, que virou titular devido as lesões de alguns companheiros, conquistou a confiança de Muricy, que elogiou o volante pela marcação em cima do astro do Peñarol, o meia argentino Martinuccio.

“Semana que vem nem sei quem vai jogar. Tenho que descansar, analisar. Nem sei como vai vir o time do Peñarol também. Sei que precisamos marcar o marcar o cara (Martinuccio) que é diferente deles também”, disse.

Além de Ganso, Muricy espera o retorno de mais dois jogadores: os laterais Jonathan e Léo . O primeiro tem poucas de chances de voltar contra o Peñarol, pois não está recuperado de uma contratura muscular na coxa direita. Já Léo pode reforçar a equipe, já que está praticamente recuperado de uma lesão no tornozelo. O retorno certo mesmo até o momento é do zagueiro Edu Dracena, que cumpriu suspensão no jogo de ida em Montevidéu.

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