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No Bahia, Zé Roberto diz que filho sofreu racismo em Porto Alegre

Meia é apresentado em Salvador e conta que filho foi vítima de preconceito em escola da capital gaúcha

iG São Paulo |

Divulgação/E.C. Bahia
Zé Roberto concede entrevista em Salvador
Não são apenas os altos salários da aquecida economia brasileira que fazem o futebol nacional rivalizar com o europeu. Infelizmente, o país também convive com casos de racismo ao (pior) estilo do Velho Continente.

O meia Zé Roberto, de 31 anos, foi apresentado nesta segunda-feira pelo Bahia e não fez cerimônia ao apontar o principal motivo que o fez deixar o Internacional. "Esse episódio de racismo é uma coisa que nem gosto de falar muito, mas é preciso. É o que mais me fez querer sair do Inter", disse, em Salvador. "Ocorreu com meu filho, na escola. Mexeu muito comigo, com minha esposa. Presenciei a cena e foi algo ruim, foi difícil."

Sem entrar em detalhes, o meia disse apenas que está cuidando do caso judicialmente. "Entramos na Justiça, que está cuidando disso. Realmente foi um dos fatores que prejudicou muito minha estadia por lá", finalizou Zé Roberto, cuja mulher é baiana. O filho do jogador nasceu no Rio de Janeiro.

Com passagens pelo Vitória (arquirrival do Bahia), Botafogo, Flamengo e Vasco, Zé Roberto também convive com a fama de ter sido um "apreciador da noite". Ciente disso, o jogador afirma ter superado a fase rebelde. "Não tenho como esconder o que fiz com 24 anos. Mas hoje eu sou um homem totalmente concentrado na minha carreira profissional, construí uma família. Vim apenas para jogar futebol."

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