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Após passagens com problemas por Vasco e Boca, jogadores esperam nova chance no clube gaúcho

Bem articulado, desinibido e confiante. Este foi Carlos Alberto. Com dificuldade para ser compreendido, envergonhado e falando baixo. Este foi Escudero. Apesar das diferenças de personalidade, os dois jogadores, apresentados nesta segunda-feira pelo Grêmio , têm uma característica em comum: buscam em Porto Alegre um recomeço na carreira.

Antônio Vicente Martins, Carlos Alberto, Escudero e Renato Gaúcho na apresentação dos reforços
Lucas Uebel, Divulgação
Antônio Vicente Martins, Carlos Alberto, Escudero e Renato Gaúcho na apresentação dos reforços

Após brigar com o presidente do Vasco, Roberto Dinamite, Carlos Alberto, 26 anos, decidiu que era hora de sair do Vasco. Recebeu sondagem do Cruzeiro, porém, voltar a trabalhar com Renato Gaúcho, o técnico que o revelou no Fluminense, pesou a favor do clube gaúcho.

“Voltando a trabalhar com o Renato tenho certeza que irei retribuir o carinho da torcida em campo. É uma grande chance para mim”, disse Carlos Alberto, que ainda tem o sonho de chegar à Seleção.

Escudero, 23 anos, veio para o Grêmio com a esperança de deixar para trás o banco de reservas. No Boca Juniors, não era aproveitado. A vontade é tanta que o argentino não teme problemas de adaptação no Brasil.

“Todos os argentinos que vieram não tiveram dificuldades, comigo não será diferente. Aqui espero ter continuidade e ser titular”, disse o jogador.

Ainda não há prazo para os dois terem condições de atuar. Por ser estrangeiro, a documentação de Escudero deve demorar mais do que a de Carlos Alberto.

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