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Capitão do Atlético-MG ressalta importância de jogadores felizes

Para Réver, quem estiver infeliz deve fazer como Jóbson e Diego Souza, que pediram para deixar o clube

Victor Martins, iG Belo Horizonte* |

nullNa mesma linha de pensamento da diretoria do Atlético-MG, de que atleta infeliz no clube deve pedir para sair, o capitão Réver lamentou a saída do atacante Jóbson, mas não condenou. Para o zagueiro atleticano, pesa o fato da amizade que o grupo já tinha com o jogador, que estava na Cidade do Galo desde janeiro. No entanto, Réver entende que se Jóbson não estava feliz, ele fez o que devia.

Com a perda de mais um atacante, o terceiro só em 2011, antes de Jóbson saíram Obina e Diego Tardelli, o próprio Réver sabe que reforços vão chegar. Por isso, além de apoiar a decisão do ex-companheiro, o zagueiro já deseja que o escolhido pela diretoria do Atlético-MG chegue disposto a ajudar.

“De repente, o jogador não está feliz e quando se está infeliz, não tem o mesmo rendimento. Para que não se crie um ambiente ruim, chegaram a um acordo. Como jogador infeliz não tem o mesmo rendimento, então ele vai buscar sua felicidade em outro lugar. Espero que, quem vier, venha para agregar”.

Apesar de ser capitão do Atlético-MG, Réver lembra que ele não pode definir quem fica ou quem sai do clube. Sua parte, que é conversar com os jogadores, o zagueiro garante que tem feito, assim como outros jogadores mais experientes, que são os líderes dentro do grupo.

“O Atlético tem vários lideres e hoje eu sou o capitão. Conversamos bastante com os jogadores e uma confusão a gente até procura chegar num bom senso. Mas a gente acaba não decidindo nada, quem decide é o presidente, o diretor. Estamos aqui para cumprir nosso papel da melhor maneira possível”.

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