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Capitão do Al-Wahda convoca torcida e sonha em fazer história no Mundial

Haidar Ali falou bem dos seus primeiros adversários, que jogam no Hekari, time de Papua-Nova Guiné

Gazeta Esportiva |

Apesar de os holofotes do Mundial de Clubes deste ano estarem voltados para a Inter de Milão e para o Internacional, existem outros cinco clubes no torneio que querem quebrar a escrita de que apenas clubes europeus e sul-americanos possam vencer a competição. Um desses times é o Al-Wahda, dos brasileiros Magrão, Fernando Baiano e Pinga, que ganhou o direito de disputar o torneio por ser o atual campeão do país-sede, os Emirados Árabes Unidos. Para Haidar Ali, capitão da equipe, o apoio da torcida vai ser fundamental para que os árabes tenham um bom desempenho no Mundial.

"Convocamos todos os torcedores emiradenses em geral e do Al Wahda em particular a virem prestar o seu apoio. Todo mundo deve apoiar o time que representa o país inteiro. Prometemos fazer o nosso melhor para realizar o sonho da nossa torcida. Espero que o sucesso venha, especialmente na partida de abertura", declarou o jogador em entrevista ao site oficial da Fifa.

A primeira partida do Al-Wahda no Mundial de Clubes será no dia 8 de dezembro, contra o Hekari, time de Papua-Nova Guiné, na abertura da competição. Mesmo com a falta de tradição da equipe da Oceania, o capitão do time da casa falou bem dos adversários da estreia.

"O Hekari está longe de ser tão simples (de ser batido) como alguns acreditam. O nosso técnico Josef Hickersberger viajou especialmente a Papua-Nova Guiné para observar o time e garantiu que ele conta com jogadores excelentes, principalmente no ataque. É claro que o Al Wahda quer chegar longe na competição, mas antes de mais nada precisamos nos concentrar nessa primeira partida. É preciso respeitar o adversário e encará-lo com a maior seriedade do mundo", afirmou.

Apesar do discurso politicamente correto, o capitão do Al-Wahda não esconde a ambição de ir longe no torneio, o que para a equipe árabe significa chegar até a semifinal, que seria contra a Inter de Milão, da Itália.

"Antes é preciso pensar no primeiro jogo, mas acho que uma vitória sobre o Hekari representaria uma grande fonte de motivação para o segundo jogo, que seria contra o sul-coreanos do Seongnam. Teríamos uma oportunidade de ouro para nos classificarmos à semifinal e escrevermos uma bela página da história do futebol nos Emirados Árabes", almeja o jogador.

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