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Futebol
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Capitão da equipe, volante Gérson é a grande promessa do Botafogo

Jogador já treinou na equipe profissional e é aposta da comissão técnica para a disputa da Copa São Paulo

Renan Rodrigues, iG Rio de Janeiro |

Se ao final da Copa São Paulo de Futebol Júnior, o volante Gérson for integrado ao time profissional do Botafogo, poucos dentro do clube se surpreenderão. Tratado como grande promessa, o jogador já passou por um período de treinamentos na equipe profissional em agosto de 2010. A experiência rendeu a faixa de capitão no torneio, onde o jovem de 18 anos espera se destacar para voltar ao time principal.

Renan Rodrigues
Gérson já treinou entre os profissionais do Botafogo
“Todo time que se prepara quer chegar longe. Esse grupo está muito unido e forte, acho que nossa união é uma arma para fazer uma boa Copa. Claro que todos que estão aqui esperam se destacar e subir para o profissional, mas tem que ser passo a passo, primeiro se concentrando no torneio e depois as coisas vão acontecer”, disse Gérson.

No Botafogo desde 2003, quando ingressou na categoria pré-mirim, o volante é um líder em campo. Orienta os companheiros, cobra e quase todas as jogadas são iniciadas nos seus pés. Para Gérson, a responsabilidade da faixa de capitão vai além do campo. “É uma característica minha falar bastante, organizar o time. E no Botafogo não é só colocar a faixa. Tenho que ser responsável pelos outros jogadores estarem sempre na hora, não atrasarem para o almoço, para as atividades. É uma honra e uma responsabilidade muito grande”, analisa o jogador.

Uma das inspirações do volante é o colega Lucas Zen, que começou junto de Gérson em 2003 e está na equipe profissional. “Jogamos juntos desde as primeiras categorias. Temos muito contato, converso com ele direto pela internet, pelo celular. Mas a gente não fala muito sobre futebol, porque a cabeça precisa também dar uma relaxada”, brinca.

Para o técnico do Botafogo, Eduardo Hungaro, Gérson é um jogador completo. “É um volante que tem um bom passe, sabe armar muito bem o jogo também. Além disso, é um jogador que tem uma liderança natural, é muito respeitado no grupo”, avalia. O jogador explica a polivalência. “Comecei como volante, depois virei zagueiro e até meia eu fui. Saia muito para o jogo, mas agora o Eduardo está pedindo para eu ficar mais, guardar mais a posição para não expor tanto a equipe”, explica Gérson.

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