Adilson Batista tem bom retrospecto em torneios continentais, tanto como treinador quanto jogador

O São Paulo esteve presente na Copa Libertadores entre os anos de 2004 e 2010. Ou seja, foram sete edições seguidas disputando o maior torneio das Américas. Porém, depois de uma campanha fraca no último Brasileirão, o time do Morumbi ficou de fora da competição continental, tendo que se contentar em participar da Copa do Brasil deste ano.

Adilson Batista, treinador do São Paulo
Vipcomm
Adilson Batista, treinador do São Paulo
Siga o iG São Paulo no Twitter

O caminho mais curto para retornar à Libertadores, além da Copa do Brasil, é a Copa Sul-Americana, que começa para o São Paulo nesta quarta-feira. O técnico Adilson Batista , no dia da sua apresentação, deixou claro que a meta é voltar ao torneio conquistado três vezes pelo clube. "O objetivo é chegar no topo do Brasileiro. O São Paulo está acostumado a disputar a Libertadores, é respeitado por isso. Então, Libertadores é o objetivo".

Entre para a Torcida Virtual do São Paulo e convide seus amigos

E o próprio comandante é um dos trunfos são-paulinos para que a equipe faça uma boa campanha na Sul-Americana. Quando ainda era jogador, Adilson foi o capitão do Grêmio campeão da Libertadores em 1995. A postura de líder e a determinação do ex-zagueiro durante os jogos do torneio renderam a ele o apelido de "Capitão América".

Dentro de campo, foram 20 jogos com a camisa gremista pela Libertadores, com 11 vitórias, cinco empates e apenas quatro derrotas - já contabilizando a campanha do título em 95 e a eliminação diante do América de Cali no ano seguinte, na semifinal. Uma boa média de 63,3% de pontos conquistados.

Já como treinador, Adilson Batista disputou quatro Libertadores, sendo três pelo Cruzeiro (entre 2008 e 2010) e uma pelo Santos (2011). À frente do clube mineiro, foram 37 partidas, com 20 vitórias, nove empates e oito derrotas - o equivalente a 62,2% de aproveitamento. Em contrapartida, na equipe santista, o comandante fez apenas um jogo, no empate por 0 a 0 com o Deportivo Táchira, na Venezuela.

Na campanha de 2009 pelo Cruzeiro, o técnico conseguiu levar o time até a final, mas foi surpreendido pelo Estudiantes em pleno Mineirão e deixou a taça escapar numa dolorida derrota de virada. E mais do que isso. Adilson poderia ter se tornado a primeira pessoa campeã da Copa Libertadores como jogador e, depois, como treinador.

Com a experiência de Adilson Batista no banco de reservas, o São Paulo inicia sua caminhada na Copa Sul-Americana nesta quarta-feira, contra o Ceará , em Fortaleza. Será a estreia da equipe no torneio que vale uma vaga na Libertadores de 2012.

    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.