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Aline Pellegrino aposta na torcida dos alemães até embate final contra o time sede da Copa do Mundo

Em busca de seu primeiro título mundial, a seleção brasileira tem uma missão bastante complicada, já que a Copa do Mundo deste ano está sendo disputada na Alemanha, país que é atual bicampeão do torneio. Assim, para contar com apoio até da torcida local, a capitã Aline Pellegrino espera que o confronto com as donas da casa venha a ocorrer apenas na última partida.

"Vamos ter apoio só até uma eventual final, depois não vai mais ser tranquilo...", disse a zagueira. "Fizemos um amistoso contra elas em 2009 que recebeu o até então maior público de um jogo de futebol feminino na Europa ( 44.825 pessoas assistiram a Alemanha 1 x 1 Brasil, em Frankfurt ). A coisa está pegando fogo".

Para que o duelo, de fato, se dê somente na decisão pelo título, as duas seleções têm que avançar na primeira posição de seus respectivos grupos, o que as afastaria tanto nas quartas como nas semifinais. A defensora brasileira, por outro lado, minimiza o chaveamento.

"Em primeiro ou segundo, vai vir pedreira de qualquer jeito. Nas quartas, se perder está fora. Se passar, ganha força. Foi o que aconteceu em 2007. Fizemos um jogo difícil contra a Austrália e depois embalamos. Não adianta fugir de adversários fortes, porque você também não se testa", argumentou Pellegrino, que fazia parte da campanha vice-campeã, há quatro anos.

Depois da vitória por 1 a 0 sobre as australianas, na estreia, a seleção volta a campo às 13 horas (de Brasília) deste domingo, diante da Noruega . Será o terceiro encontro entre as equipes em Copas do Mundo. O Brasil levou a melhor nas outras duas vezes: em 1999, bateu as adversárias nos pênaltis e ficou com o terceiro lugar. Já em 2003, venceu por 4 a 1 na fase de grupos.

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