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Capello defende Copa do Catar em janeiro

Para técnico, em um mês de clima mais ameno, os jogadores teriam mais liberdade e não ficaram presos no hotel

Gazeta |

Reuters
Técnico Fabio Capello se preocupa com o calor na Copa do Mundo do Catar
A sugestão iniciada por Franz Beckenbauer de que a Copa de 2022, que será realizada no Catar, fosse transferida para janeiro e fevereiro devido ao forte calor no verão do país árabe ganhou mais um adepto. Para o técnico da Inglaterra, Fabio Capello, a temperatura nos meses de junho e julho, que chega a atingir os 50°C, seria prejudicial não só dentro dos gramados.

"É um grande problema, não só para os treinamentos, mas para o resto do tempo, já que os jogadores teriam que ficar o dia inteiro no hotel (pelo calor). Quando você fica junto por um longo tempo você precisa relaxar, fazer coisas diferentes, e não apenas treinar e jogar. É por isso que eu acho que seria uma boa ideia jogar em janeiro em fevereiro", afirmou Capello ao jornal "Daily Mail".

A reivindicação para que o Mundial de 2022 seja adiantado, o que provocaria, consequentemente, uma mudança no calendário das competições de clubes, já ganhou apoiadores como Michel Platini, e recebeu do presidente da Fifa, Joseph Blatter, uma promessa de análise.

Entretanto, esta opção não é nenhuma unanimidade entre os dirigentes, fato comprovado por uma declaração do presidente do Barcelona, Sandro Rosell, dando conta de que o calendário europeu não pode ser alterado.

"Eu tenho que defender o Campeonato Espanhol. A Copa do Mundo tem que ser em junho e julho. Eu não quero prejudicar o campeonato, que é uma das ligas da Europa que continua em janeiro", afirmou o dirigente, que fechou recentemente o maior acordo de patrocínio da história justamente com uma empresa do país que sediará o Mundial de 2022, a Qatar Foundation.

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