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Acompanhe a votação da Lei Geral da Copa

Projeto de lei que dá garantias à Fifa ainda precisa ser aprovado por deputados e senadores para entrar em vigor

iG São Paulo |

 

A presidente da Câmara em exercício, Rose de Freitas (PMDB-ES), afirmou que a reunião de líderes, realizada no começo desta tarde, confirmou o acordo celebrado para a votação da Lei Geral da Copa na noite desta quarta-feira.

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"Vamos encerrar a sessão ordinária e partir para a análise da Lei da Copa. O que parecia impossível vai acontecer", disse a presidente da Câmara dos Deputados, em relação ao fim do impasse que atrapalhava as votações nas últimas semanas.

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O líder do PSDB, Bruno Araújo (PE), disse que a oposição não vai impedir a votação da proposta, mas quer retirar do texto a liberação de bebidas alcoólicas nos estádios. "Vamos entregar à Fifa o compromisso de uma lei que define regras para a Copa, mas deixando claro que, em 2007, quando o Brasil firmou o compromisso, a venda de bebidas nos estádios era proibida pela Fifa, que só mudou a regra em 2009. O governo quer empurrar isso como um compromisso do passado, o que não é", disse Araújo.

Havia expectativa de que a Lei Geral da Copa, conjunto de medidas que dita as regras para a realização do Mundial de 2014 no Brasil, fosse votada na semana passada, depois que a presidente Dilma Rousseff se reuniu com o presidente da Fifa, Joseph Blatter, e disse que o Brasil cumpriria todos os compromissos assumidos para a realização do torneio.

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No entanto, em mais uma capítulo da crise na base aliada, houve um novo adiamento na Câmara para evitar que fosse imposta uma derrota ao Executivo num tema fundamental para a realização da Copa de 2014 e da Copa das Confederações de 2013.

O texto da Lei da Copa está em negociação no Congresso desde o ano passado e foi alvo de diversas discussões entre governo, parlamentares e a Fifa em temas polêmicos, como a liberação da venda de cerveja nos estádios - uma exigência da federação internacional, que tem uma cervejaria entre seus principais patrocinadores.

No texto enviado ao Congresso no ano passado, o Executivo apenas suspendia parte do Estatuto do Torcedor que impede o comércio de álcool. Depois, apoiou o relator, deputado Vicente Cândido (PT-SP), que regulamentou detalhadamente a comercialização de bebidas nas arenas. Agora, o governo voltou a defender apenas a suspensão de parte do Estatuto do Torcedor.

Se for aprovado desta forma, a Fifa terá que negociar com alguns Estados que sediarão jogos da Copa para que eles modifiquem suas legislações que impedem o consumo de álcool nas arenas.
 

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