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Caixa entrega Taça das Bolinhas e problema da liminar ao São Paulo

Flamengo entrou na Justiça para tentar evitar que o troféu fosse entregue ao clube, mas não conseguiu

Gazeta |

AE
O presidente Juvenal Juvêncio segura a Taça das Bolinhas ao lado de Rogério Ceni e Zetti
Os principais executivos da Caixa Econômica Federal e do São Paulo apareceram na manhã desta segunda-feira no prédio da entidade financeira sem valorizar a liminar obtida pelo Flamengo horas antes. Como programado, a Taça das Bolinhas foi entregue a Juvenal Juvêncio, presidente são-paulino, junto com o imbróglio jurídico.

Por meio de sua assessoria, a Caixa informou que não foi notificada da nova ação flamenguista e avisou que, agora, a polêmica não é mais um problema seu. São Paulo e Flamengo é que devem se entender, de acordo com a entidade. E este posicionamento foi claramente demonstrado no evento.

A presidente da Caixa, Maria Fernanda Ramos Coelho, lembrou que a Justiça confirmou o Sport como campeão brasileiro de 1987, o que deixaria o time carioca, vencedor da Copa União no mesmo ano, com o quinto título conquistado somente em 2009. Isso foi dois anos depois de o clube paulista tornar-se pentacampeão nacional, condição apontada pela Caixa para definir o dono do troféu.

Representado por Juvenal Juvêncio, por Laudo Natel, ex-governador de São Paulo e presidente do São Paulo nos anos 50 e 60, e por Rogério Ceni, entre outros dirigentes, o São Paulo aprovou a decisão da Caixa. "Mas mandei um e-mail à Patrícia (Amorim, presidente do Flamengo) dizendo que sua luta é justa", disse o presidente são-paulino.

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