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Cafu ajuda Brasil a bater recorde mundial de maior torre de Lego

Lateral direito coloca última peça da construção que teve 31,19 metros e foi feita em um shopping em São Paulo

Danilo Lavieri, iG São Paulo |

Divulgação
Cafu repete gesto da "taça do penta" junto à torre
O Brasil é o país que construiu a torre feita com peças de Lego mais alta do mundo. O recorde foi batido neste sábado com a ajuda de Cafu, que colocou a última parte dos 31,19 metros de altura da construção erguida em um shopping na zona norte de São Paulo.

A torre foi construída com a ajuda de cerca de seis mil pessoas, que circularam nos últimos cinco dias no local. A organização estima que cerca de 500 mil peças foram utilizadas para que o recorde foi batido. A marca anterior era de uma construção que foi feita no Chile, que contava com 30,94 metros de altura.

“Tirando o vento que estava me balançando muito lá em cima, foi tudo muito legal. É um prazer ajudar o Brasil a ter mais esse recorde. Espero que a parceria entre a minha fundação e a Lego dure para sempre. Já trabalho há seis anos nisso, para ajudar 750 crianças que têm menos condições”, explicou Cafu, que depois brincou. “É bem pior a torre, que eu não tenho controle e dependo do operador do que marcar o Zidane”.

Além de Cafu ter sido garoto propaganda do evento, a parceria prevê uma doação direcionada à instituição e um patrocínio à festa de dia das crianças desse ano organizada pela Fundação Cafu.

O ex-lateral direito também aproveitou a ocasião para tentar colocar fim à polêmica de ex-jogadores da seleção na Chechênia. O atleta afirmou que cada um precisa se preocupar com os problemas políticos de seu país e negou que esteja arrependido de ter ido até o local.

null“O mundo inteiro tem problema político. Eu fui convidado para inaugurar um estádio, fui muito bem recebido e gostei muito. Não vejo problemas nisso. Eu não resolvo nem o problema do meu país, quanto mais o dos outros”, disse Cafu.

A polêmica começou com Raí, que criticou o amistoso e se disse traído após descobrir que o governo local era autoritário. Segundo ele, ninguém havia avisado das condições daquele país.

Divulgação
Cafu colocou a última peça na torre de Lego
“Participei de um evento escancaradamente político, populista, em um contexto desconhecido, sem saber das possíveis consequências e intenções. Ouvi também que algumas ONGs, acusam o governo de violação dos direitos humanos. Pelo que vi por lá, não me surpreenderia. Mas é muito difícil avaliar em um lugar tão traumatizado e ainda em extremo estado de alerta. Só depois, fiquei sabendo pela intérprete russa que 98% da cidade havia sido destruída durante a guerra. Imaginem as lembranças daquelas batalhas ainda vivas por ali”, afirmou.

“Placar à parte, desta imbecilidade (assim que me senti) cometida, ficam duas grandes lições: acompanharei de perto o processo político na Rússia/Chechênia; e estarei muito mais alerta a esses possíveis deslizes de avaliação (mesmo já sendo e tendo uma equipe muito criteriosa). Posso dizer que essa experiência serviu, ao menos, como um importante aprendizado”, concluiu.

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