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Bruno César faz valer apelido e abre goleada corintiana

Chuta-chuta, como é conhecido o meia, revelou que às vezes os companheiros reclamam de tanto que ele arrisca para o gol

Agência Estado |

Bruno César nunca foi de reclamar. Humilde, sempre procurou atender as ordens. Principalmente dos treinadores. Mas, ao ser escalado por Adílson Batista como ponta direita, caiu de produção, deixou de marcar gols e começou até a receber vaias da torcida. Sugeriu ao ex-técnico, então, que voltasse a escalá-lo em sua posição, na meia, mas não foi ouvido. Adílson caiu, veio Tite e ele voltou a sorrir. Vindo de trás, como gosta, e arriscando os chutes, mais uma vez se destacou sob o comando do gaúcho.

Depois de garantir o 1 a 0 sobre o Palmeiras e de dar o passe para o gol de Ronaldo no 1 a 1 com o Flamengo, o camisa 10 voltou a alegrar os corintianos e o novo chefe nesta quarta-feira. No dia em que completou 22 anos, foi ele que deu o presente à torcida. Aos 19 minutos do primeiro tempo, num jogo complicado diante de um fechado Avaí, o meia usou a sua maior arma, o chute de longa distância, para tirar o Corinthians do sufoco e abrir caminho para nova vitória que recolocou o time na cola dos líderes.

O chute preciso, de fora da área, morreu no ângulo esquerdo do goleiro Zé Carlos. "Vingou o Chuta-chuta", festejou o meia, usando seu apelido no grupo para definir o lance. "O pessoal tem hora que reclama, mas às vezes dá certo. Em jogo fechado, tem de chutar. Eu cortei para meio, os marcadores foram todos no Alessandro e no Ronaldo e fui feliz", comemorou. "Gol importante, o Ronaldo até falou: valeu, Chuta-chuta."

Contratado do Santo André com o Campeonato Brasileiro já em andamento, Bruno César ganhou a vaga de Danilo e Tcheco logo de cara. Entrou contra o Prudente, anotou o gol do empate por 2 a 2 e não saiu mais do time. Ousado, ganhou o coração da torcida e nesta quarta chegou ao 13º gol na competição, artilheiro isolado do time e atrás apenas de Jonas, do Grêmio, com 20.

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