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Brasileiro Eduardo da Silva tem bens confiscados na Croácia

Atacante naturalizado croata é acusado pelo presidente do Dínamo Zagreb de não respeitar o contrato assinado com o cartola

EFE |

O brasileiro naturalizado croata Eduardo da Silva teve seus bens confiscados na Croácia após uma denúncia de quebra de contrato apresentada pelo presidente do Dínamo Zagreb, Zdravko Mamic.

A casa, o veículo e as contas bancárias do atacante na Croácia ficaram bloqueadas após Mamic alegar que o brasileiro não respeitou seu contrato com o cartola. Esse contrato, assinado pelo jogador no início de sua carreira profissional em 2001, quando tinha apenas 18 anos, estabelecia que Eduardo da Silva teria de repassar a Mamic 20% do valor que recebesse de transferências até o fim de sua carreira.

Em 2007, o brasileiro se transferiu do Dínamo para o Arsenal por 12 milhões de euros, e em 2010 foi para o Shakhtar Donetsk, da Ucrânia, por outros 7,5 milhões. Segundo o jornal "Sportske Novosti", Eduardo da Silva recorreu da sentença e afirmou que o contrato era "imoral e escravista".

"Que me acuse, assim poderei mostrar a todos quem é Zdravko Mamic e como ele trabalha. É verdade que assinei este contrato quando completei 18 anos, mas naquela época eu não entendia bem croata e não sabia o que assinava. Logo após chegar ao Arsenal me dei conta de que tipo de contrato se tratava", declarou o jogador ao jornal.

Ainda de acordo com o "Sportske Novosti", um outro ponto do contrato estabelece que, em caso de morte do brasileiro, todo o seu dinheiro seria herdado por Mamic, e não pela família do atleta.

Eduardo da Silva nasceu no Rio de Janeiro em 25 de fevereiro de 1983, e com 15 anos se transferiu à Croácia. Ele adquiriu a nacionalidade croata sete anos depois.

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