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Borghi se despede do elenco do Boca após demissão

Estar no Boca é como fazer amor com a janela aberta. Não há intimidade, lamentou o técnico, que saiu depois de sete derrotas em 14 jogos, incluindo o clássico contra o River Plate

EFE |

O ex-técnico do Boca Juniors Claudio Borghi, que pediu demissão após a derrota por 1 a 0 para o River Plate no clássico de terça-feira, disputado no estádio Monumental de Nuñez, se despediu nesta quarta do elenco.

"Meu plano era ficar 25 anos no clube. Fizemos todo o possível para que isso acontecesse, mas não conseguimos, o que me deixa entristecido. Ter perdido sete partidas em 14 rodadas foi anormal", disse Borghi em entrevista coletiva.

"Quando você está sem trabalho, a primeira coisa que você quer é trabalhar. Verei o que farei", completou o técnico, que manifestou que ser treinador em um clube como o Boca Juniors "provoca desgaste e é preciso desmentir coisas todos os dias".

Para ilustrar o comentário, o treinador argentino fez uma comparação inusitada: "estar no Boca é como fazer amor com a janela aberta. Não há intimidade. Nós nos equivocamos em várias coisas, mas a imprensa também teria que fazer uma autocrítica".

Com seu nome na lista de possíveis substitutos de Marcelo Bielsa na seleção do Chile, segundo especulações da imprensa argentina, garantiu que não foi procurado: "Não recebi nenhuma comunicação. Tenho que ficar na Argentina até 15 de dezembro, que é quando meu filho termina seu ciclo no colégio, e não tenho pensado em nada especialmente".

O presidente do clube, Jorge Ameal, o Boca perdeu um treinador e ganhou um amigo. Além disso, o dirigente revelou que o elenco ficará a cargo do técnico dos juvenis, Roberto Pompei, até o final do ano, e que, enquanto isso, buscará um substituto definitivo.

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