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Futebol
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Bolatti quer repetir trajetória dos compatriotas no Internacional

Trabalho feito por Guiñazu e D´Alessandro serve de inspiração para o quarto argentino do plantel gaúcho

Gabriel Cardoso, iG Porto Alegre |

Mario Bolatti chegou ao Inter e já tem um modelo a seguir no novo clube. A trajetória dos compatriotas D´Alessandro e Guiñazu em Porto Alegre influenciou, motivou e serve como espelho para o volante traçar seu caminho no Beira-Rio.

“Tomara que eu possa encaixar no time com a facilidade que fizeram D´Alessandro e Guiñazu e me tornar um ídolo. Sei que eles tiveram um longo caminho até chegar a esta condição, quem sabe um dia eu possa ter esta situação deles”, projetou Bolatti.

O sucesso dos argentinos no Inter rendeu a ambos uma grande subida na carreira. Guiñazu trocou o Libertad do Paraguai pelo Inter em 2007 e tornou-se ídolo da torcida. Sua trajetória em solo brasileiro fez com que os argentinos admirassem ainda mais o seu futebol. Boca Juniors e River Plate manifestaram muita vontade de repatriar “o Cholo”.

D´Alessandro chegou ao Beira-Rio em 2008. No Inter conquistou o sonho de ganhar a Copa Libertadores. E mais do que isso, voltou para a seleção nacional. Foram três convocações no fim de 2010, após a Copa do Mundo. E uma delas, em outubro, D´Ale foi companheiro de Bolatti com a camiseta “albiceleste”.

Gabriel Cardoso
Bolatti (de costas) se juntou aos três compatriotas no primeiro dia de treino


O jogador de 25 anos assinou um contrato até fevereiro de 2015 e vê no futebol brasileiro uma chance de reviver o bom futebol. Em 2009, Bolatti foi o grande nome do Huracán da Argentina e chegou à seleção nacional. No ano seguinte foi para a Fiorentina da Itália, onde começou bem, mas acabou preterido no início da temporada 2011/2012. Foram apenas 13 jogos, sendo só 3 como titular.

“Sei que um clube grande sempre tem muita cobrança. Todo o jogador tem que estar pronto para isto”, explicou Bolatti.

O Inter, por seu lado, também está muito contente com o desmepenho dos "gringos". Tanto é que assumiu o risco de ter até mais estrangeiros do que é permitido no futebol brasieliro. Com as chegadas de Bolatti e do atacante Cavenaghi já são 4 argentinos no plantel. Todos podem jogar na Libertadores, porém só três por vez nas competições nacionais.
 

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