Internacional não terá Zé Roberto e Guiñazu e pode perder Índio para o jogo contra o campeão europeu

Os jogadores do Inter já começam a pensar no grande desafio que terão pela frente: como marcar os jogadores do Barcelona? Os dois times se encontram na próxima terça-feira, em Munique, pela semifinal da Copa Audi, torneio amistoso que tem ainda Bayern de Munique e Milan.

“Dor de cabeça. Todos sabem que o Barcelona é imprevisível. Eles tem essa qualidade de se movimentar muito. Ficam rodando, mudando de lugar, é impossível saber quem você terá que marcar. Vamos procurar nos organizar e manter a atenção”, projetou o volante Bolatti.

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O jogo tem um significado histórico para o Inter. É a reedição da final do Mundial de clubes de 2006, quando os gaúchos ficaram com o título. O goleiro Renan e o zagueiro Índio são os remanescentes da conquista, além de Fernandão, que era o capitão do time, e retornou esta semana para Porto Alegre com o cargo de diretor técnico.

“Falamos um pouco com eles (sobre 2006). Quando estivermos lá vamos falar mais. Estaremos atentos, vamos ouvir e tirar ideias para fazer um bom jogo”, disse Bolatti, sobre a conversa com quem estava presente em 2006.

O Inter viajará no domingo. O volante Guiñazu é outro que não embarca para a Alemanha. Ele sentiu lesão muscular na coxa esquerda e fica um mês afastado dos gramados. Zé Roberto, com dores no púbis, também não terá condições de jogo. O zagueiro Índio, com desconforto muscular na coxa, é dúvida. O Inter vai liberar no sábado a lista de relacionados.

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