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Catariano foi acusado de ter pago suborno durante campanha para eleição presidencial

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Suspenso pela Fifa (Federação Internacional de Futebol), Mohamed bin Hammam disse que ele e seus advogados estão preparados para fornecer "motivos convincentes" de sua inocência, na audiência marcada para sexta-feira, sobre a acusação de ter pago suborno durante a campanha para a eleição presidencial da associação.

Bin Hammam disse que sua equipe jurídica está "trabalhando muito duro" para mostrar que ele respeitou as regras da Fifa quando se encontrou com dirigentes do futebol caribenho em Trinidad antes do processo eleitoral em que tentaria suceder Joseph Blatter.

O dirigente suspenso do Catar foi convocado pelo Comitê de Ética da Fifa, em Zurique, para responder a acusações de que ele pagou subornos de US$ 40 mil em troca de votos. O comitê disse, em um relatório divulgado, que tem "convincentes" evidências da acusação de suborno. Bin Hammam afirmou esperar uma audiência justa, "apesar dessas tentativas claras para manchar meu nome".

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