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Bernardo atribui boa fase ao ambiente leve de São Januário

Preterido por Cuca no Cruzeiro, apoiador cai nas graças do técnico Ricardo Gomes no Vasco

Hilton Mattos, iG Rio de Janeiro |

Logo que chegou ao Vasco no começo da temporada, Bernardo notou que 2011 seria um ano diferente. Revelado pelo Cruzeiro, o meia não vinha tendo oportunidades no time mineiro. Emprestado ao Goiás para a disputa do Campeonato Brasileiro, virou destaque, apesar da péssima campanha da equipe goiana. Preterido pelo técnico Cuca no começo deste ano, acabou acertando com o Vasco. Sua chegada coincidiu com a de Ricardo Gomes, na primeira semana de fevereiro. Nascia ali uma relação de confiança com o treinador.


O Vasco de Ricardo Gomes começou avassalador. Foram três vitórias seguidas, com saldo de 18 gols e apenas um sofrido. O meio-campo, formado por Rômulo, Felipe Bastos, Jeferson e Felipe, era, até então, intocável – pelo menos nos primeiros 45 minutos de jogo. Na segunda etapa, o treinador dava um jeito de lançar Bernardo. Até que o time perdeu para o Macaé, na abertura da Taça Rio. O resultado mudou o ponto de vista do treinador. Bernardo, pela movimentação e habilidade, poderia sair jogando. Foi o que aconteceu na quarta-feira, em São Januário, contra o Duque de Caxias.


Nome da partida, fez de tudo: driblou, lançou, deu passe para gol, sofreu pênalti e marcou o seu – o primeiro com a camisa do Vasco. Tudo isso, revela o meia, é fruto do bom ambiente que encontrou em São Januário.


“O segredo é ter calma para trabalhar. Treino bem, estou feliz aqui, fui bem tratado. Então, isso facilita. Espero ir assim até o fim do ano. No dia a dia, é treinar tentando acertar, fazer o melhor. Se errar, tentar de novo, não se abater. Faço isso nos treinos e nos jogos. Acho que este é o meu diferencial”, contou Bernardo, hoje titular indiscutível, mesmo tendo jogado apenas 45 minutos.


O meia atuou somente no primeiro tempo. Uma indisposição estomacal o tirou no intervalo. Sorte sua que na primeira etapa tenha dado tempo para ele mostrar suas qualidades. A confiança era tanta que ao ouvir o pedido da torcida para cobrar o pênalti que ele sofreu em uma falta do goleiro Fernando, não pensou duas vezes.


“Estava bastante seguro, por isso pedi para bater. Foi uma sensação muito boa fazer o primeiro gol. Já tinha tentado na Copa do Brasil (contra o Comercial-MS, em Campo Grande), mas não saiu. Foi sair agora, e na minha estreia como titular. Estou muito feliz”, declarou.

 

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