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Beira-Rio preocupa e Governo Federal já fala em buscar alternativa

Obra no estádio em Porto Alegre está atrasada, o que fez a cidade aparecer como coadjuvante na tabela da Copa 2014

Bruno Winckler e Marcel Rizzo, iG São Paulo |

O Governo Federal tem uma preocupação com a Copa do Mundo de 2014: as obras no estádio Beira-Rio, em Porto Alegre. O ministro do Esporte Aldo Rebelo, no cargo há 36 dias, chegou até a usar a expressão “buscar alternativa” para o caso de o estádio do Internacional, com as obras paradas por causa de divergências da diretoria com a construtora Andrade Gutierrez, não sair do papel – o contrato para a reforma ainda não foi assinado.

Leia também: Prefeito vê atraso do Beira-Rio como causa do fracasso gaúcho

“Estamos com o andamento das obras dos estádios indo bem. O Castelão, em Fortaleza, por exemplo, está com o cronograma adiantado, mas temos problema em Porto Alegre. O Beira-Rio está atrasado, por problemas de discordâncias de conselheiros. Talvez tenhamos que buscar alternativas”, disse Rebelo após a entrega do prêmio dos melhores do Campeonato Brasileiro, na noite desta segunda-feira, em São Paulo.

Como o COL (Comitê Organizador Local) da Copa do Mundo de 2014 descarta sacar Porto Alegre do Mundial, essa alternativa seria a Arena do Grêmio, rival do Inter, que já está em construção e tem prazo de entrega em novembro de 2012. O Beira-Rio tinha previsão para dezembro do mesmo ano, mas o atraso fará com que atrase para 2013, o que fez a cidade já perder a Copa das Confederações. O elogiado Castelão deverá herdar os jogos do evento este da Copa, que será em junho de 2013.

E ainda: Confira a tabela completa da Copa do Mundo 2014

Com custo estimado em R$ 290 milhões, o Beira-Rio empacou por problemas na definição de detalhes da obra, como altura do gramado ou retirada de parte das arquibancadas, o que para parte da diretoria descaracterizaria o estádio. O custo também é questionado, já que como é privado, não deverá inicialmente ter financiamento via BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - também privado, o Fielzão, que receberá a abertura, terá o financiamento pedido pela construtora Odebrecht, com o aval de um banco repassador.

Os problemas sobre a viabilidade da obra no Beira-Rio fez Porto Alegre ter papel reduzido nos jogos da Copa de 2014, segundo tabela divulgada no final de outubro, em Zurique, na Suíça. A cidade terá quatro jogos na primeira fase, com apenas um de cabeça-de-chave (do Grupo F) e uma partida das oitavas-de-final.

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