Desde 1980, quando final do Mundial tem apenas uma partida, nunca uma final tinha sido 4 a 0. Santos de Neymar ficou em segundo

Messi passa por Rafael e marca o quarto gol
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Messi passa por Rafael e marca o quarto gol
O Barcelona está na história do futebol pela forma inovadora de jogar - com ampla posse de bola - e por construir marcas importantes. Neste domingo, ao bater o Santos por 4 a 0, o time espanhol obteve a maior diferença de gols da história desde que a final do Mundial de Clubes passou a ser disputada em partida única.

Até 1979, o título intercontinental entre sul-americanos e europeus era definido em partidas de ida e volta. A partir de 1980, foi disputado em confronto único. No período de 31 anos, a maior diferença na final era de três gols.

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O placar de 3 a 0 ocorreu quatro vezes desde 1980: o Flamengo (Brasil) bateu o Liverpool (Inglaterra) em 1981, o Milan (Itália) superou o Olímpia (Paraguai) em 1990, o Estrela Vermelha (na época da Iugoslávia) venceu o Colo Colo (Chile) e, por fim, a Internazionale (Itália) impôs o marcador sobre o Mazembe (República Democrática do Congo) em 2010.

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O Barcelona ficou próximo de igualar a maior goleada de todos os tempos em uma final de Mundial. Em 1961, o Peñarol (Uruguai) chegou a aplicar 5 a 0 no Benfica (Portugal), mas só ganhou o título no terceiro jogo. O próprio Santos já havia conseguido uma goleada histórica na decisão do Mundial de Clubes. Em 1962, o Peixe foi comandado por Pelé ao aplicar 5 a 2 no Benfica, no estádio da Luz, em Lisboa.

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