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Banco do Brasil libera empréstimo de R$ 150 mi para o Itaquerão

Odebrecht, resposável pelo estádio do Corinthians, vai quitar valor com dinheiro do BNDES

iG São Paulo |

Divulgação
Estádio do Corinthians está sendo construído no bairro de Itaquera, na zona leste de São Paulo
A construtora Odebrecht, responsável pelas obras do futuro estádio do Corinthians , em São Paulo, anunciou nesta sexta-feira que recebeu R$ 150 milhões do Banco do Brasil para continuar tocando o projeto. Este é o segundo empréstimo desse tipo tomado pelo projeto: o primeiro, no valor de R$ 100 milhões, foi concedido pelo Banco Santander.

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O banco também informou ao MPF (Ministério Público Federal) que não irá fornecer informações a respeito das operações de financiamento para a construção da arena , sob a alegação de sigilo da documentação. O procurador da República José Roberto Pimenta Oliveira, porém, contesta a posição .

SIGILO: Banco do Brasil não fornece documentos ao MPF sobre Itaquerão

Divulgação/Odebrecht
Construção do estádio segue firme em São Paulo
Os recursos deste empréstimo ponte serão totalmente aplicados nas obras do estádio e serão quitados assim que o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) liberar os recursos do empréstimo de R$ 400 milhões, solicitado formalmente em dezembro de 2011.

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Todos os estádios em construção para os jogos da Copa do Mundo de 2014 poderão receber idêntica quantia do BNDES. No caso do Fielzão, o empréstimo tomado ao BNDES será repago no prazo de 15 anos, contados a partir da data da primeira liberação do financiamento.

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Este deverá ser o último empréstimo ponte necessário ao empreendimento, que se espera que o financiamento do BNDES comece a ser autorizado a partir do início do segundo semestre deste ano. Da mesma forma, também devem começar gerar nos próximos meses os recursos oriundos da emissão de CIDs (Certificados de Incentivo ao Desenvolvimento) da Zona Leste - papéis que representam os incentivos fiscais de R$ 420 milhões, concedidos por meio de lei promulgada pela Prefeitura de São Paulo.

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Outras empresas que queiram investir no desenvolvimento da Zona Leste também poderão ter acesso aos CIDs, conforme lei específica.

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