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Auxiliar, Anderson Lima aceita ser 'técnico de faltas'

Na Portuguesa, ex-lateral aceita ensinar até quem não tem o dom, mas confia em Marco Antonio e Paulo Sergio

Gazeta Esportiva |

Foram 14 clubes como jogador profissional, com destaque nas passagens por Santos, São Paulo e São Caetano sempre com cobranças de falta precisas. Agora com 37 anos, o ex-lateral Anderson Lima aceitou o convite de Jorginho para ser seu auxiliar na Portuguesa, como já fez na Ponte Preta, e está disposto a ensinar até quem não tem o dom a ser eficiente na bola parada.

"Tem que haver determinação, perseverança, esforço, sacrifício, vontade de aprender e, depois, paciência para querer treinar todos os dias. Eu sempre treinava uma hora sozinho, quando acabava o treino ou antes, e foi como tive sucesso", ensinou o ex-jogador, que encerrou sua carreira no ano passado, no Estrela Amadora, de Portugal.

O auxiliar, contudo, afirma que nem há necessidade de se criar no Canindé atletas que pegam bem na bola. "Aqui já temos bons batedores: o Marco Antonio e o Paulo Sergio. Quem não tiver boa batida, tem que treinar porque hoje o futebol depende disso. A bola parada é decisiva e tem que ser aprimorada", argumentou.

Anderson só se recusa a voltar ao campo para bater faltas como antes, até por veto de Jorginho. "Agora ele já está muito pesado", brincou o treinador. "Minha carreira como atleta foi maravilhosa, mas passou. Futebol foi sempre o que soube fazer e posso ajudar o Jorge e os jogadores com a minha experiência", argumentou o auxiliar.

Antes de entrar na comissão técnica de Jorginho na Ponte Preta em 2010, seu primeiro emprego após aposentar as chuteiras, o ex-lateral direito fez estágios com o treinador e Muricy Ramalho, ambos no Palmeiras. Foi convidado a trabalhar com Jorginho pela amizade que criou com o ex-meia quando ambos atuaram no Santos, nos anos 90.

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