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Aumento de receita faz Vasco apostar em time de estrelas

Clube fatura R$ 27 milhões por ano só de patrocínio. Dinamite diz que ciclo de contratação não encerrou

Hilton Mattos, iG Rio de Janeiro |

O presidente do Vasco, Roberto Dinamite, tem nas mãos pela primeira vez em sua gestão um time, pode-se chamar, de estrelas. Ao contrário de elencos que passaram por São Januário desde maio de 2008, quando o cartola assumiu o clube, a equipe de 2011, pelo menos no papel, promete. Nestes três anos, o torcedor nunca viu um grupo tão badalado, digno dos bons tempos. Mas Dinamite avisa que vem mais por aí.

“A ideia é sempre reforçar, tornando o Vasco mais competitivo e mais forte. Por enquanto, é isso. Depois, vamos nos reunir com diretoria e comissão técnica. Novos reforços podem vir", afirmou o presidente vascaíno, completando: "Hoje, montamos um plantel de alto nível para a disputa do Carioca e do Brasileiro. Não tenho medo de dizer que o Vasco está no nível das principais equipes do Brasil”.

Nas últimas temporadas, o torcedor se acostumou a times com, no máximo, dois jogadores de peso. Carlos Alberto, por exemplo, foi o símbolo da Série B. Ano passado, Felipe juntou-se a ele. Mas este ano o clube chutou para escanteio na síndrome de Segunda Divisão. O elenco atual tem Fernando Prass, Dedé, Eduardo Costa, Felipe, Bernardo, Diego Souza, Leandro e Alecsandro. Jogadores com bastante rodagem e passagens pela Seleção Brasileira. E bos reforços como Eder Luis, Elton e Felipe Bastos.

“São momentos diferentes. E hoje estamos podendo fazer isso, montar um elenco mais forte”, destaca o dirigente.

Quando se refere a momentos diferentes, Dinamite quer dizer novas receitas. A saúde financeira do Vasco hoje é diferente dos primeiros anos da sua administração. O salto veio em 2010. Com a entrada do banco BMG e da rede de postos Ale, o clube passou a faturar R$ 27 milhões por temporada.
A distribuição é a seguinte: a principal cota pertence à Eletrobrás (R$ 14 milhões). Em seguida, BMG e Penalty, fornecedora de material esportivo, pagam 5 R$ milhões cada. A Ale entra com a menor receita: R$ 3 milhões. Com estes valores, fora a cota da televisão, cerca de R$ 215 milhões, a diretoria ousou este ano.

Juninho Pernambucano, cujo contrato com o Al Gharafa, do Qatar, termina dia 5 de abril, pode ser o mais novo reforço. Vindo ou não, o Vasco tem um time à altura, por exemplo, do de 2003, campeão estadual. Comandados por Antônio Lopes, Fábio, Petkovic, Marques e Valdir conquistaram o último título do clube na Série A.

Com o jejum, vieram equipes formadas por jogadores de pouca expressão para os padrões vascaínos. O resultado desta falta de qualidade foi a queda, em 2008, para a Segunda Divisão do Brasileiro. O Vasco dos sonhos de 2011 será Fernando Prass, Fágner, Dedé, Cesinha (Anderson Martins) e Ramon; Eduardo Costa (Rômulo), Felipe, Bernardo e Diego Souza; Alesandro e Leandro. Se Juninho vier, o técnico Ricardo Gomes terá nova dor de cabeça para encaixá-lo entre os 11.
 

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