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Atlético-PR promoveu quase 150 operações antipirataria em 2010

Clube combate os produtos não licenciados principalmente no Paraná, em Santa Catarina e em São Paulo

Altair Santos, iG Curitiba |

Em 2010, o Atlético Paranaense promoveu quase 150 ações contra a pirataria em 19 cidades do Paraná, de Santa Catarina e de São Paulo. Os dados são da Meirelles Advogados, que age em parceria com o clube no combate ao comércio de produtos não licenciados. As operações envolveram camelódromos, fábricas e pontos de venda formais ou clandestinos. “Foram milhares de produtos apreendidos”, revela o advogado Flávio Meirelles.

O Atlético já age no combate à pirataria há quase uma década. É apontado por relatórios do Clube dos 13 como um dos mais eficazes na política de valorização dos produtos licenciados. Um destaque é a campanha que o clube promove junto a lojistas, orientando que apenas compre de fabricantes que possam comprovar que produzem material autorizado. “As lojas hoje sabem que o Atlético é rigoroso nas ações, e elas, receosas, já se tornaram naturalmente seletivas ao adquirir produtos”, explica Flávio Meirelles.

Segundo a Meirelles Advogados, o Atlético hoje tem mapeado todo o comércio de Curitiba e região metropolitana, além dos principais camelódromos do Paraná, de Santa Catarina e de São Paulo. Segundo o levantamento, a camisa do clube é a que mais sofre com a pirataria. “Vai de almofadas a camisas, passando por canecas, cadernos, canetas, brinquedos, cobertores e toalha. A indústria da pirataria também crias seus próprios produtos. Há casos em que até colchões estampam a marca do clube, quando o clube sequer tem colchão em seu rol de licenciados”, revela Meirelles.

O futebol ocupa o 4.º lugar na escala de setores da economia do Brasil que mais sofrem com a pirataria. Perde apenas para a falsificação de DVDs e CDs, cigarros e óculos. Números estimados apontam que a pirataria no país movimenta hoje R$ 20 bilhões por ano. No entender de especialistas, apenas a repressão não irá combater esse tipo de crime. “A eficácia do combate à pirataria somente se dará se for consolidada a parceria entre repressão e educação”, diz Flávio Meirelles, lembrando que o Atlético faz uma ação interessante neste sentido. “O Atlético conseguiu mudar a cultura de seu torcedor, que hoje ajuda o clube a fiscalizar a pirataria”, completa.

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