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Atlético-PR apressa vendas antes de ir definitivamente às compras

Por questões contratuais, clube precisa negociar Chico e Márcio Azevedo com urgência. Já o zagueiro Rhodolfo está perto de se transferir para o futebol italiano

Altair Santos, iG Curitiba |

A temporada é de compra e venda no futebol brasileiro, mas o Atlético Paranaense está mais preocupado em vender. O clube quer fazer dinheiro com o zagueiro Rhodolfo e precisa se desvencilhar logo de Chico (volante) e Márcio Azevedo (lateral-esquerdo) para não perder o que investiu nos jogadores. Os contratos da dupla terminam em agosto e eles já comunicaram que não irão renovar. Pela Lei Pelé, os dois poderão assinar pré-contrato com qualquer outra equipe a partir de fevereiro.
 
De acordo com o mercado, o Atlético poderia faturar até R$ 5 milhões com Chico e Márcio Azevedo, mas a meta do clube, agora, não é obter lucro e, sim, não ter prejuízo. Precisamos agilizar essas negociações, por que é melhor o Atlético receber algo do que nada, avalia o presidente atleticano Marcos Malucelli. O dirigente acredita que em breve surgirão negócios para Chico e Márcio Azevedo. Acho que até janeiro os dois sairão, diz.

Márcio Azevedo interessa ao Botafogo e ao Corinthians. Nesta quarta-feira, o negócio estava mais próximo de ser fechado com o clube paulista. A ida do lateral permitiria que o argentino Defederico viesse para o Atlético - por empréstimo e com parte dos salários pagos pelo Corinthians -, além de o clube paranaense receber uma compensação financeira pela cessão definitiva dos direitos do lateral.

Já o volante Chico tem sua situação mais complicada. O Atlético tem uma proposta para vendê-lo ao Bétis por 800 mil euros, mas o jogador não aceitas as bases salariais do clube espanhol. Esse impasse dura desde a janela do meio do ano. Por outro lado, os empresários do jogador ¿ entre eles Gabriel Massa, filho do homem de TV Ratinho Massa ¿ afirma ter proposta de outro clube do exterior, mas até agora não revelaram o nome da equipe.

Com relação a Rhodolfo, a situação é diferente. O zagueiro tem contrato até 2013 e o objetivo do clube é vendê-lo para capitalizar as obras de adequação da Arena da Baixada para a Copa do Mundo de 2014. O clube terá de entrar com 33,33% do custo das reformas, enquanto a prefeitura de Curitiba e o governo estadual entrarão com os outros 66,66%.

O destino do jogador deve ser o Genoa, da Itália. O clube fez uma oferta inicial de 2,5 milhões de euros, mas aumentou a proposta para 4 milhões. O impasse está na fatia dos direitos econômicos. Os italianos querem pelo menos 80% e o Atlético aceita ceder 70%.

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