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Atlético-MG vai lançar o programa sócio-torcedor na volta a BH

Clube mineiro já trabalha com programa que vai ser lançado assim que o futebol retornar a Belo Horizonte

Victor Martins, iG Belo Horizonte |

Divulgação/Governo de Minas
Estádio Independência está com o cronograma em dia e deve ser inaugurado em fevereiro de 2012
A vida do torcedor do Atlético-MG não tem sido na fácil. Além de ter um time que luta contra o rebaixamento pela segunda temporada seguida, o atleticano que reside em Belo Horizonte precisa se deslocar 140 quilômetros (ida e volta) para ver o time no estádio, quando os jogos são na Arena do Jacaré. Em Ipatinga, a distância fica três vezes maior. Mas em 2012 a história vai ser diferente, pelo menos no quesito acompanhar o time no estádio. Com o retorno do futebol a Belo Horizonte previsto para fevereiro, o Atlético-MG vai relançar o seu programa de sócio-torcedor.

Veja a classificação e a tabela de jogos do Brasileirão

Um dos clubes pioneiros no Brasil, em 2001 já era possível acompanhar os jogos no Mineirão como sócio-torcedor. O Atlético-MG chegou a ter 14 mil sócios entre os anos de 2001 e 2003. E é na força da torcida que o clube aposta no sucesso de adesões no ano que vem. O modelo de gestão ainda não está definido pelo presidente Alexandre Kalil, que é candidato à reeleição .

Na primeira tentativa, o torcedor do Atlético-MG pagava R$ 20 por mês e tinha um ingresso em todos os jogos do clube como mandante, com exceções aos clássicos com Cruzeiro e América-MG . Esse modelo pode ser adotado novamente, no entanto o clube mineiro deve optar por um modelo mais parecido com o que tem o Internacional , clube do Brasil com o maior número de sócios. O torcedor colorado paga um valor mensal e tem preferência e desconto na compra do ingresso.

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Esse modelo permite que o Inter tenha mais de 100 mil sócios, apesar de ter um estádio com capacidade máxima para 56 mil pessoas. Assim, o Atlético-MG poderá superar a marcar de 25 mil sócios, capacidade do novo Independência, até que o clube volte a jogar no Mineirão. Os detalhes do programa sócio-torcedor são mantidos em sigilo, mas o presidente Alexandre Kalil deixou escapar um dos benefícios aos futuros sócios do Atlético-MG.

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Flickr/Clube Atlético Mineiro
Apesar da campanha ruim, torcida tem acompanhado o time. Atlético vendeu 75% dos ingressos disponíveis
“Se a maior torcida de Minas Gerais for entrar aqui, vocês mesmos (imprensa) estão perdidos aqui dentro. Se tiver acesso, colocar uma arquibancada, pode ser que um dia tenha. Vamos sortear, quando tiver o sócio-torcedor vai ser um incremento vir visitar a Cidade do Galo”, disse o mandatário sobre visitas ao Centro de Treinamento do Atlético-MG, um dos pedidos dos torcedores.

Retorno financeiro

A confiança no sucesso do sócio-torcedor é grande. Além de ser um desejo antigo da torcida, que Alexandre Kalil descartou quando assumiu o clube já que ficaria sem jogos em Belo Horizonte, a força que os atleticanos estão mostrando em 2011 animam ainda mais os dirigentes alvinegros. Apesar de o time brigar mais uma vez na parte de baixo da tabela, o Atlético-MG é o quarto clube que mais vendeu pay-per-view nesta temporada .

Já no estádio, a média de público pagante é de 13.151 torcedores por partida. Se o clube é apenas o décimo colocado na média, por jogar em estádios com pouca capacidade de público (Arena do Jacaré e Ipatingão), na taxa de ocupação de estádio o Atlético-MG é o primeiro. Em 12 partidas como mandante foram vendidos 75% dos ingressos disponíveis.

Com o lançamento do sócio-torcedor, a expectativa do Atlético-MG é de recuperar o que foi perdido na ausência das partidas no Mineirão. No primeiro ano da gestão de Alexandre Kalil, o faturamento com bilheteria foi de R$ 13,9 milhões , recorde na história do clube. Já no ano passado, ainda com seis meses no Mineirão, o faturamento foi de R$ 8, milhões. Já em 2011, temporada sem nenhuma partida na capital, o Atlético-MG arrecadou pouco mais de R$ 1,8 milhão em 24 jogos como mandante.

Leia tudo sobre: Atlético-MGBrasileirão 2011

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