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Atlético-MG troca o rosa pelo verde para manter arrecadação alta

Só com as camisas de treino rosa o clube faturou perto de R$ 700 mil, mais do que a camisa de jogo branca

Victor Martins, iG Belo Horizonte* |

Flickr/Clube Atlético Mineiro
Camisa de treino rosa do Atlético-MG foi bem aceita pela torcida e teve venda recorde
Ano passado o Atlético-MG ganhou muito destaque na mídia ao lançar uma camisa rosa para treinamentos, iniciativa inédita no futebol brasileiro. O resultado foi um recorde de vendas. Foram 60 mil unidades em pouco mais de um ano. Número até então jamais alcançado por um clube brasileiro, em se tratando do uniforme de treino. O sucesso junto ao torcedor gerou receita ao clube, que somente com a camisa rosa faturou mais de R$ 700 mil.

O sucesso no modelo anterior fez o clube e a Topper, fornecedora de material esportiva do Atlético-MG, inovarem novamente. Buscando repetir o sucesso da camisa de 2010/2011, a aposta agora é no uniforme verde cítrico, ou o marca-texto, como também ficou conhecida a camisa do Palmeiras. No primeiro dia de venda do novo uniforme a procura não foi tão grande como foi com a camisa rosa. Porém foram vendidas um número que satisfatório de camisas, mas o total não revelado pelas Lojas do Galo, que tiveram exclusividade no primeiro dia de venda.

“Foram vendidas mais de 60 mil camisas rosa, superando a venda do uniforme de jogo 2 (camisa branca), ficando atrás somente da tradicional camisa listrada. Fizemos uma pesquisa e não achamos nenhum número próximo disso no mundo inteiro, foi um recorde mundial. Para se ter uma ideia, um clube brasileiro vende em média 10 mil camisas de treino por coleção”, explicou Fernardo Beer, diretor de artigos esportivos da Alpargatas, que administra a Topper.

Com a soma total de todos os produtos vendidos, dos quais o Atlético-MG tem direito a 20% do valor que a empresa repassa aos comerciantes, e o valor fixo de patrocínio, o faturamento atleticano com o material esportivo superou os R$ 10 milhões. Algo inédito no futebol mineiro. O Cruzeiro, por exemplo, declarou ter faturado R$ 18 milhões com patrocinadores em 2010, sendo que R$ 12 milhões foram do Banco BMG, principal patrocinador dos clubes mineiros. Já o Atlético-MG declarou em seu balanço que faturou R$ 28 milhões em patrocínios.

Flickr/Clube Atlético Mineiro
Atlético-MG já estreou o novo uniforme de treino, que foi bem aceito pelo torcedor e teve boa procura no primeiro dia de venda

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