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Atlético-MG sofre com a queda de rendimento dos seus atacantes

Depois de mais de 30 gols nas edições anteriores do Brasileiro, em 2011 ataque atleticano fez só 16 gols

Victor Martins, iG Belo Horizonte |

Nas duas últimas temporadas o Atlético-MG se destacou no Campeonato Brasileiro por conta da força de seu ataque. Em 2009 o time mineiro fez o artilheiro da competição. Diego Tardelli marcou 19 gols e foi o maior goleador daquela edição, ao lado do flamenguista Adriano . Ano passado o atleticano que mais fez gols foi Obina, que marcou 15 vezes, apenas uma a menos do que todos os atacantes do Atlético-MG neste Brasileirão.

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Depois do ataque ser responsável por 34 dos 55 gols atleticanos em 2009 e 32 em 52 no ano seguinte, o Atlético-MG sofre com a pouca produção de seu ataque, responsável por 16 dos 32 gols marcados pelo clube até o momento. Mas para o atacante Magno Alves , esse não é motivo pelo qual o clube luta contra o rebaixamento, no entanto o camisa 11 admite que é o momento dos homens de frente chamarem a responsabilidade.

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“Não podemos ficar dependentes apenas dos atacantes. Recentemente, o Palmeiras era só o Marcos Assunção , não tinha um artilheiro, mas eles estão lutando pelo G4. O atacante tem que fazer gols, mas temos de ver o retrospecto geral das partidas, a gente tem de se cobrar. O Atlético precisa de todos, mais ainda do ataque”.

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Se nos anos anteriores o ataque teve bom rendimento sem muito investimento , a situação é inversa em 2011. Somente para ter Guilherme e André o Atlético-MG gastou R$ 19 milhões . Juntos, eles marcaram cinco gols pelo clube, o que faz cada gol valer quase R$ 4 milhões. Já Magno Alves, que não custou nada ao clube, é o artilheiro da equipe no Brasileirão, com seis gols. Além dele, os outros atacantes que marcaram foram André (3), Guilherme (2), Jonatas Obina (2), Neto Berola (2) e Wesley (1).

E no que depender da vontade de Magno Alves, a fase do Atlético-MG vai mudar contra o Ceará , o seu ex-clube. “Temos que começar pelo Ceará. Hoje é aqui no Galo, temos que procurar dar nosso melhor. Não adianta ficar só no conhecimento da situação e do que temos que fazer. Temos que colocar tudo na pratica. Sabemos das dificuldades, mas temos que vencer no domingo”.

 

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