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Atlético Paranaense investe no Mercosul para colher a Libertadores

Jogadores de países sul-americanos ganham condição de titulares na reta final do Brasileiro e impulsionam clube a buscar vaga no torneio intercontinental

Altair Santos, especial para o iG |

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Caso classifique para a Copa Libertadores, o Atlético Paranaense chegará no torneio intercontinental como o clube com o time mais Mercosul de todos os participantes do Brasil. São titulares o equatoriano Guerrón, o paraguaio Ivan González e o argentino Nieto. O grupo de estrangeiros poderia ser maior se os colombianos Samuel Vanegas e Jorge Serna e o argentino Javier Toledo tivessem vingado. No entanto, acabaram dispensados no período da Copa do Mundo.

De todos os gringos do Atlético, Freddy Guerrón é, destacado, o mais importante da atual equipe. Depois de um período de adaptação, ele consolidou-se no segundo turno do Campeonato Brasileiro como o principal jogador do clube. Basta comparar o desempenho atleticano com ou sem o equatoriano. Se ele está em campo, as chances de o time somar 3 pontos são de 65%. A marca bate o aproveitamento de outro jogador primordial na campanha do Atlético: Paulo Baier, com rendimento de 58%.

Guerrón avalia que o Atlético já tem uma cara de time pronto para disputar a Libertadores. É uma equipe que marca a saída de bola. Nós, atacantes, marcamos e há muita ajuda dentro de campo. Todos marcam, define o meia-atacante, considerando que o padrão de jogo do clube paranaense é o que mais se aproxima daquele que fez a LDU (Liga Desportiva Universitária) campeã da Libertadores em 2008. tem coincidências, resume, dizendo estar se sentindo bem no Atlético.

Outro que já fala estar adaptado no clube é o paraguaio Ivan González. Ele confidencia que já era simpatizante do Atlético desde 2005, quando o clube foi vice-campeão da Libertadores. Achei legal aquele clube desconhecido se meter no meio dos grandes e decidir o campeonato. Torci por eles em 2005, revela. González avalia que o fato de o time dar oportunidade a jogadores do continente pode ajudá-lo a ganhar torcida fora do Brasil. Lá no Paraguai conhecem ele como o Paranaense, cita. De fato, na Libertadores de 2005, a imprensa sul-americana chamava o Atlético apenas de El Paranaense.

Essa identidade latina, aliás, estimula o clube a buscar reforços nos países vizinhos. O mercado interno encareceu e buscar jogadores em países como Uruguai, Argentina, Paraguai, Colômbia e Equador é uma solução boa e barata, principalmente quando a contratação dá certo, avalia o diretor de futebol Ocimar Bolicenho. É o caso do atacante Nieto, que veio do Cólon, da Argentina. Após um começo claudicante, ele já ganhou a posição. Com 1,90m, sua virtude é a raça. Bem ao estilo Mercosul do Atlético Paranaense.

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