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Ataque evolui e é receita para o sucesso do Internacional em 2011

Confira quem são os principais protagonistas para a melhora nos números do setor ofensivo do clube gaúcho

Gabriel Cardoso, iG Porto Alegre |

Mowa Press
Leandro Damião tem 13 gols em nove jogos e foi convocado para a seleção brasileira
O Internacional já identificou um dos aspectos que motiva o bom rendimento em 2011: o melhor aproveitamento nas finalizações. Se em 2010 o técnico Celso Roth cansava de reclamar dos poucos chutes a gol, hoje ele comemora a evolução neste fundamento.

“Taticamente tivemos poucas mudanças, mas mudamos jogadores e características. Saiu o Alecsandro, entrou o Damião e ele está iluminado, me parece que será titular da seleção e é um momento ímpar. Estamos torcendo pra que ele vá bem e qualidade ele tem para isso”, disse o técnico Celso Roth.

Sem dúvida a fase de Leandro Damião é um dos elementos fundamentais para o melhor aproveitamento. Mas a chegada de outro atletas também tem grande importância.

“Mudamos os jogadores pelo lado do campo. O Zé Roberto e o Oscar. O Zé Roberto dá uma outra situação de profundidade. Mudamos também a exigência no sentido de conclusão. O Oscar é um jogador rápido, ele pensa rápido e faz a bola andar. E ainda tem a conclusão de meia distância. Melhoramos ainda a nossa bola aérea com a chegada do Bolatti. O que fizemos foi complementar um esquema que vínhamos tendo e nos deu um aproveitamento melhor”, concluiu.

O iG traz um comparativo dos números do Inter entre 2010 e 2011 com base nos dados do Footstats. O time teve apenas o 11º melhor ataque do Brasileirão passado. Foram 48 gols em 38 jogos (média de 1,26 por jogo). Os jogadores até chutavam bastante a gol, foi o 4º time com mais volume neste fundamento: Média de 14,3 finalizações por jogo, mas só 5,7 delas indo no gol.

O Mundial de clubes foi o auge da falta de pontaria. O time de Roth tentou 24 finalizações contra o Mazembe, só 5 foram no gol, e nenhuma entrou.

No Campeonato Gaúcho de 2011 são 23 gols em 13 jogos (média de 1,76 por jogo). As médias subiram, mas não tanto (estão sendo contabilizados os jogos que o time B esteve em campo). O Inter apresenta uma média de 16,1 finalizações por jogo, sendo 6,2 certas.

O grande diferencial é a Libertadores. Foram 9 gols em 3 jogos (média de 3 gols por jogo). Contra Emelec, Jaguares e Jorge Wilstermann a média foi de 16 finalizações por partida, sendo 7,7 delas no gol.
 

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