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Assunção elogia nível no Palmeiras e usa dérbi como exemplo

Jogador afirma que revés para Corinthians pode ser termômetro do que time enfrentará daqui para frente

Danilo Lavieri, iG São Paulo |

A boa fase vivida pelo Palmeiras pode deixar o torcedor otimista. A análise é de Marcos Assunção , que ainda usa o duelo contra o Corinthians , ainda na 1ª fase do Paulistão, como exemplo de que o time sabe jogar, apesar da derrota. Ele reconhece que o nível do Estadual e da Copa do Brasil não é tão alto, mas afirma que a vontade de vencer em qualquer jogo é o importante e também é o que credencia sua equipe para ir bem no Nacional.

O experiente jogador destaca que a equipe cresceu no aspecto de confiança e ganhou personalidade para atuar nesta temporada, o que muda a confiança em relação ao que o Palmeiras fez em 2010.

“A gente programou um ano bom para a gente. A gente precisa fazer as coisas direito. Nosso primeiro jogo do ano não foi tão bom, mas a partir desse jogo tivemos uma crescente muito grande. Nosso nível técnico e tático subiu muito. Claro que é muito cedo para falar do Brasileiro, mas falo pelo que vejo no Paulista e na Copa do Brasil. Estamos em um nível muito bom. Estamos com personalidade, com confiança e é assim que sempre tem que ser. É um time grande e precisamos jogar para a frente”, disse o jogador.

Questionado sobre a diferença do nível técnico entre Paulista e Brasileiro, Assunção usa, curiosamente, uma derrota como exemplo do que virá pela frente. O revés diante do Corinthians ainda no 1º turno, quando o time de Felipão dominou as ações, mas não converteu em gols, é o que batedor de faltas tem como termômetro para o nível técnico.

“Eu cito o clássico contra o Corinthians, que fomos bem, e em duas jogadas eles conseguiram fazer um gol. Estávamos com tanta vontade de ganhar, que aí faltou atenção lá atrás e tomamos o gol. A vontade de vencer é muito grande. E o nível a partir de agora é daí para cima, assim que temos que pensar. Agora que o bicho vai pegar, com jogos difíceis, fase difícil começa agora”, ressalta Marcos Assunção.

O jogador, que foi referência no ano passado em cobranças de faltas, ainda não emplacou uma sequência boa. Além disso, o volante ainda não acertou a renovação com a diretoria, que considera caro o aumento de 70% do salário pedido pelo jogador.

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