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Bicampeão, Avaí estreia com derrota no Campeonato Catarinense

Jogando na Ressacada, time foi derrotado pelo Chapecoense por 2 a 1 na primeira partida da defesa do título

Gazeta |

Com o desfecho da demorada negociação de Ronaldinho Gaúcho, seu irmão, Roberto Assis, defendeu-se das acusações de que teria aberto leilão. Segundo o empresário, a equipe interessada no projeto de retorno do jogador ao país deveria se acertar com o Milan.

"De maneira nenhuma eu fiz algum tipo de leilão. Tinha claro que o nosso objetivo era permanecer no Brasil", disse o ex-jogador, em entrevista à TV Record. "Procuro entender (a insatisfação de Grêmio e Palmeiras), mas fiz de tudo para facilitar para todo mundo".

Antes mesmo de o Flamengo anunciar a contratação de Ronaldinho, o Grêmio foi o primeiro clube a desistir do negócio, criticando a maneira como ele estava sendo feito. A partir daí, a torcida iniciou protestos contra o jogador, dizendo que ele não poderia ser torcedor gremista.

"Conversei com o presidente (do Grêmio, Paulo Odone), falei que naquelas bases estaria ok. Só que depois surgiram os impeditivos do Milan. O Milan é que fazia a diferença no processo", disse Assis, que, como o irmão, também fez sucesso vestindo a camisa do Grêmio, nos anos 80.

"É difícil falar neste momento. Eu entendo que seja um sentimento de tristeza muito grande (da diretoria e dos torcedores do Grêmio). Muito mais de frustração por não ter conseguido repatriar o Ronaldo, para que ele retornasse para a casa", comentou o empresário do craque.

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