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Arsène Wenger compara Uefa a ditadura

Técnico francês protestou duramente contra a possibilidade de ser punido por ter reclamado da arbitragem

EFE |

Getty Images
Arsène Wenger não quer ter que pedir desculpas para a Uefa por causa de reclamações
O técnico Arsène Wenger comparou, nesta quinta-feira, a Uefa (União das Federações Europeias de Futebol) a uma ditadura. Ele fez a análise ao responder sobre a decisão da entidade europeia de abrir um processo disciplinar pela sua dura reação após a eliminação do seu Arsenal pelo Barcelona na Liga dos Campeões da Europa.

Wenger e o meio-campista Samir Nasri podem ser punidos pelas reclamações que fizeram ao árbitro suíço Massimo Busacca ao final da partida de terça-feira. O técnico se enfureceu com a expulsão de Robin van Persie, que recebeu um segundo cartão amarelo por finalizar ao gol após a marcação de um impedimento.

O Arsenal perdeu por 3 a 1 e foi eliminado com uma placar global de 4 a 3, já que havia vencido o primeiro jogo por apenas 2 a 1. "Estamos fora da Liga dos Campeões, ficamos sem uma das nossas grandes ambições, nos castigaram duramente e, além disso, temos que pedir desculpas à Uefa", reclamou Wenger.

"Não fizemos nada de errado. Eles organizam o torneio, selecionam os árbitros responsáveis. Quando se tem uma partida dessa magnitude, não podem sair com essas decisões e depois serem tão arrogantes. Todos entendemos que todos podemos cometer erros, mas o que acontece é uma ditadura. Não existe nenhum sentido", disse.

A Uefa abriu ação contra Wenger e Nasri por conduta antidesportiva. "Um pouco mais de humildade caberia bem à Uefa", afirmou. "Pedir desculpas pelo ocorrido seria muito melhor que acusar as pessoas que não fizeram nada de mal".

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