Representantes da Igreja Católica não teriam gostado de gravação sem autorização no Cristo Redentor

Apesar de ser religioso e carregar tatuagens católicas, o atacante Loco Abreu escapou de uma confusão com a Arquidiocese do Rio de Janeiro. Contratado por uma agência para fazer um comercial para a companhia aérea Pluna, o atacante do Botafogo chutou bolas em direção ao mato da Floresta da Tijuca, no Cristo Redentor, mas a gravação pegou mal.

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Segundo representantes da Igreja Católica, a agência não pediu autorização para a Arquidiocese, que deve ser consultada para qualquer filmagem no Cristo Redentor. A agência só teria conversado com o ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade), responsável pelo Parque Nacional da Floresta da Tijuca, onde está o Cristo Redentor.

Na última terça-feira, o gerente geral da Pluna, Jorge Lepra, fez um pedido formal de desculpa à Arquidiocese aceito pelo arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta, que está em viagem na Espanha. O departamento jurídico da Igreja chegou a analisar uma ação contra a empresa, mas a polêmica foi encerrada após o pedido de desculpas.

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"Aconteceu um mal entendido, pois não procuraram a Arquidiocese para a gravação. Fomos informados depois, o que causou um constrangimento. Mas não cogitamos nenhum processo contra o Loco Abreu, não existe nenhum problema com ele, até porque sabemos da religiosidade do Loco", declarou o diretor de comunicação da Arquidiocese do Rio de Janeiro, Marcos William Bernardo.

Com uma lesão no ligamento colateral do joelho, Loco Abreu ficará de fora das próximas três partidas do Botafogo no Campeonato Brasileiro e Copa Sul-Americana. O jogador se machucou na vitória de virada de 4 a 2 sobre o América-MG, no último sábado.

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